Malbec Day Magazzino por Marcelo Chianca



17 de abril se comemora o Dia Mundial da Malbec. Uva emblemática, de origem francesa, tomou o mundo em vinhos argentinos, chilenos, franceses. Todos na adega do Magazzino. Na vinícola chilena Viu Manent, são as parreiras mais antigas, e por isso o carro chefe desbancando a queridinha carménère. Desponta também nos melhores vinhos argentinos, principalmente os da região de Mendonza. Uva robusta, macia de uma tanicidade domável, pode resultar em um vinho muito tânico ou em um mais delicado. Há para todo gosto. Também é uma uva queridinha para assemblage (mescla).

Malbec é bom com carnes vermelhas como o argentino faz, o cordeiro fica maravilhoso com malbec, diz Marcelo Chianca. Que completa: é um tipo de vinho que se presta para todos os gostos. Temos malbec da Serrera que é super potente, e um Portillo que é mais delicado e eleito o melhor da categoria por três vezes. As diferenças estão no tratamento da uva, no tempo de envelhecimento, na concentração das videiras e exposição ao sol. A malbec é uma uva que, se o vinicultor souber explorar, saberá expor diferenças reveladoras, acrescenta Marcelo. Trabalhar com a qualidade da uva gera um vinho diferente.



Felipe Rutini é um belo de um malbec e o Viu 1 também não deixa a desejar. Chile e Argentina estão assim em igual tamanho quando o assunto é malbec. O malbec rosé é uma novidade. Vinho delicado e muito fresco, e até de difícil obtenção, o malbec tem muito extrato e muita cor e estão conseguindo extrair menos, arremata Marcelo que afirma: com o rosé malbec sirva frutos do mar em geral. E ainda aconselha para melhor aproveitar o Malbec Day: experimente os vinhos malbec que você nunca provou. A melhor maneira de comemorar é explorar novos sabores.
 
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Magazzino apresenta massa fresca, spaghetti e tagliatelle







A terra da massa é a Itália. Cozinha rica e diversificada, resultado da passagem por tantos séculos de muitos povos que deixaram sabor. Herança presente que os italianos legaram ao mundo.
Fácil de guardar, manusear e aprontar, queridinha das refeições. Consta mais de dois mil tipos, cada região apresenta a sua acompanhada do modo de preparo e serviço.
No Magazzino, com farinha de trigo de qualidade superior e azeite de oliva, preparamos para a nossa linha de Pães & Massas, spaghetti e tagliatelle.
Massa pronta e fresca Magazzino para você servir em casa.
Basta ferver por dois minutos, escorrer e finalizar com o molho de preferência.
Na nossa loja, também uma linha de molhos para acompanhar.  
Recomendamos ao sugo, pesto, gorgonzola, funghi e quatro queijos.

A massa e o vinho
Para o vinho, nossa adega oferta todas as opções, do branco ao tinto, do leve ao encorpado, do americano ao europeu.
Para o spaghetti a la carbonara, uma receita tradicional italiana que leva apenas cinco ingredientes e cerca de quinze minutos de preparo, a sugestão é o super toscano Sangervasio Rosso IGT.
Se preferir o tagliatelle, ferva por dois minutos, escorra, acrescente o molho funghi Magazzino (depois de fervido) e um toque final: Grana Padano ralado grosso, e estará pronto o clássico prato italiano Tagliatelle ai Funghi. Para acompanhar sugerimos, da nossa adega, o Vinha Grande, produção exemplar da Casa Ferreirinha no Douro.
 
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Nova colheita especial Ferreirinha no Magazzino



Cor muito intensa, quase opaca, exuberância e qualidade aromáticas, aroma de frutos vermelhos maduros, especiarias e notas balsâmicas a resina e caixa de tabaco. Uma referência especial para a madeira de qualidade distinta, muito bem integrada. Na boca apresenta uma excelente estrutura e taninos, firmes de grande qualidade, com acidez muito bem integrada. O final é extremamente longo e de grande complexidade”.
“Para ficar na memória!”
É com muito orgulho que Marcelo Chianca e o Magazzino anunciam na nossa adega a nova safra do Reserva Especial da Casa Ferreirinha. Tinto, do Douro, produzido na Quinta da Leda (Douro Superior) com a assinatura do respeitado enólogo da casa Luis Sottomayor, que não hesitou ao declarar que 2007 foi um ano bom em que nasceu um vinho espetacular.
O 2007 é a décima sexta edição do vinho criado na década de 1960.
Em nova garrafa, com o brasão da casa em relevo e a concavidade em maiores dimensões, para facilitar o serviço e o depósito dos sedimentos, é um vinho para consumir desde já, embora se preveja que atinja o seu apogeu entre o decimo e o décimo quinto ano e se estime que venha a manter a melhor qualidade entre vinte e vinte e cinco anos.
 
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Coxinha de Pato Magazzino

Estrela da nossa cozinha, deliciosamente brilhosa na variedade mais que saborosa de seu recheio ser de pato. Os portugueses que a trouxeram para as padarias e lanchonetes brasileiras, fizeram-na de galinha.
No Magazzino, ganhou o novo recheio e segue assim, mantendo a base da receita da massa: farinha de trigo, caldo e carne de pato temperada. Muito fina, procurada e festejada, a coxinha de pato Magazzino é a preferida.
A nossa versão de fato vem cumprir o papel de assim seja com o toque e especialidade Magazzino de oferecer ao seu paladar produtos diferenciados e sempre de toda e total qualidade na categoria das nossas delicinhas exclusivas.
Fizemos umas bolinhas bem bonitinhas e são disponibilizadas em porções de 6 a 12 unidades, ideal para servir aos amigos e acompanhar um vinho tinto de médio corpo.
No nosso balcão sempre a sua espera, doida para matar aquela vontade de uma coxinha bem feita e com sabor surpreendente.
A coxinha nossa que ninguém dispensa.

 
 
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Muffin salgado de Parmesão Magazzino



Doce ou salgado, o Muffim é um bolinho simpático e delicioso. Sucesso de público, venda e aprovação no balcão da nossa loja. Sabor Parmesão Magazzino.
Suas fornadas são alegria na nossa cozinha: quando a temperatura sobe no forno, vem aquele brinde, o aroma de parmesão que toma conta da loja.
Delícia demais, e fofinho.
Uma gama de variedades de ingredientes entram em cena para fazê-lo com os mais diversos sabores e agradar a todos os gostos. A nossa proposta diferenciada (este Muffin é único, só tem um endereço certo: o Magazzino) é o uso do parmesão.
O Muffin nasceu inglês, se popularizou nos Estados Unidos, god!, e ganhou o mundo.
Os ingredientes, os mais simples possíveis, leva farinha de trigo, um pouco de fermento, azeite, e carro-chefe o parmesão Magazzino.
Os tamanhos são os mais diversos, o nosso é assim médio, ideal para o lanche da tarde acompanhado por geleia e café fresquinho.
A origem do nome traduz muito bem o que é com gosto: um bolinho fofinho e delicioso.
 
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Ciabatta Magazzino

A Linha de Pães & Massas Magazzino agora orgulhosamente apresenta aquele pão que faltava, o Ciabatta. Um pão diferente, totalmente miolo mole o que lhe garante a quem o reconhece a certeza de que Ciabatta é Ciabatta e que por isso não se ouse dizer o contrário.
Italianíssimo, o Ciabatta é preparado com ingredientes únicos e especiais: água, fermento e farinha, com uma pitada de segredo da nossa cozinha. A composição perfeita para um bom panino, o bom e velho sanduiche na versão italiana.
Sugestão de recheio no nosso balcão: mortadela italiana ou Ceratti em fatias finíssimas, lagarto siciliano em azeite e temperos especiais, salames Milano italiano e Serrano espanhol, Parma ou Jamon e o toque final e imprescindível de um bom azeite para arrematar. De preferência um tinto para os recheios que sugerimos.
Diariamente no Magazzino você também vai encontrar uma diversidade de pães da nossa linha de Pães & Massas. Pão italiano, pão de Provolone, pão Árabe, a Focaccia, torradas de Provolone, e Grissini de Provolone e Queijo do Reino. Também produzimos por encomenda. E queijos, frios, patês, conservas e o vinho. Sirva-se bem.

 
 
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Monsieur Lambert



Charmoso, sutil, com muito bom humor, o cartunista francês Jean-Jacque Sempé compõe em desenhos, diálogos e narrativa a convivência à mesa e o dia-a-dia de simpáticos franceses alvoraçados pelo sumiço do colega de refeição, o senhor Lambert.
O Chez Picard é o restaurante, em Paris, onde o Monsieur Lambert e outros veneráveis almoçam todos os dias. Senhor Lambert, o livro, é uma publicação em português da editora CosacNaify e tradução do fã de Sempé, o jornalista Mário Sérgio Conti.
O livro é como um menu da casa: entrada de abrir o apetite, prato do dia para garantir a satisfação, toque suave da salada e queijos. Para o grande finale: sobremesa e a solução do mistério. Uma crônica charmosa e de bom gosto da vida cotidiana dos anos 1960 na França.
 
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Nespresso Magazzino



Bonitona, xodozinho da nossa loja, a máquina de Nespresso é só novidade e sabor. Para preparar o café, trouxemos sabores mil para ofertar aos paladares mais exigentes e agradar a todo aquele bom apreciador de um bom e devido café, por isso do cafezinho ao Machiato, o serviço é completo.
Hábito pra lá de quatrocentão, o café de todas as formas chegou bem servido à mesa, com coador e paninho, na cafeteira italiana, até que lá pela Suíça (na década de 1970), um cidadão inventou esta maquininha que é uma beleza, e tanta estrada andou ganhando o mundo.
A coisa é bem simples, a máquina prepara o café expresso (ou espresso, no italiano) a partir de pequenas cápsulas que contém o tipo do café desejado, basta escolher entre as opções oferecidas. O produto é de alta qualidade, o recipiente é de uso único e guarda, muito bem guardado, o melhor café moído que exala todos os aromas.
A base é uma só, o café, as ideias e receitas que são mil e uma ou mais, e ficam a cargo da expertise do cafemaker Netto, servido diretamente e com toda pompa no nosso balcão, na nossa loja.

 
 
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Cortiça que faz a rolha

No Museu também se guarda o seu uso essencial, a de ser a tampa de um vasilhame de vinho. O mais, dizem os especialistas: o medo do vinho é o gosto da rolha.
Uma rolha bem feita é essencial não só para manter o vinho, mas também para não estraga-lo.
A cortiça material com que se confecciona tradicionalmente a rolha se obtém da casca do carvalho que produz também as bolotas, que são os frutos, e que delas além de se fazer bons biscoitos servem de alimento para os porcos.
E não duvide, os melhores embutidos Pata Negra são de porcos que com certeza as comeram. A cortiça é a casca do sobreiro que uma vez retirada há de se esperar nove anos para que se repita a operação. Sempre no tempo do verão, é o calor que faz com que a casca saia inteirinha, dispensando maiores cuidados.
A terceira muda é a que se aproveita para a fabricação das rolhas, a melhor e a mais resistente. Sua invenção é obra de Don Perigon. Santa providência pela qual até hoje se agradece. Pois sem a rolha, o vinho nada seria.
As maciças ganham o nome de castiça e por serem as melhores vão para os vinhos de guarda (aqueles que passam anos e anos envelhecendo na garrafa e que sem boa vedação se perdem). Assim, a rolha se mostra essencial à conservação e envelhecimento do vinho.

 
 
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Bolo de tapioca Sabor Magazzino



Magazzino apresenta uma novidade que começou na cozinha. Receita Chianca de Bernardo Chianca. Para a confecção do bolo foi preciso dispensar a farinha de trigo e optar pela digníssima e nordestiníssima farinha de mandioca. Sem lactose, glúten, e outras coisitas mais, que a boa dieta recomenda se ver longe, nasceu o bolo de tapioca Magazzino que conserva todas as qualidades da tapioca nossa de cada dia.

E o melhor, com o sabor do bolo quentinho da tarde. Ideal para quem procura (e sempre encontra no Magazzino), um produto artesanal e caseiro longe da vertente do industrializado. Rico em fibras e vitaminas, saboroso, só provando pra ver que delícia. Saudável, doce, saiu com o gostinho de café da manhã e lanche da tarde, imprescindível acompanhar um café passado na hora, recomenda-se, quem assim provou repetiu e aprovou. Está sempre pelo balcão e tem o leve sabor Magazzino.
 
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Os benefícios do vinho para a saúde



Por Marcelo Chianca

A ciência comprova o vinho é benéfico à saúde. Os cientistas explicam, os taninos contem flavonoides que são substâncias favoráveis, capazes de garantir a limpeza das artérias e consequentemente garantir saúde e longevidade. A descoberta é fruto de pesquisas médicas que observaram o consumo alimentar de norte-americanos e franceses cujas dietas são ricas em gordura.
A dieta alimentar francesa por incluir o vinho no dia-a-dia garante a prevenção de doenças coronárias, e não é só, o vinho também previne a osteoporose, combate o envelhecimento das células e ajuda a melhorar o raciocínio. Os estudiosos do assunto ainda afirmam que o álcool presente no vinho potencializa esta mecânica, não só os flavonoides. O ganho advém do consumo consciente em pequenas quantidade diárias, como fazem os franceses. Vinho também é bem estar.
Quando você se propõe a ser uma apreciador, dedica momentos ao aprendizado e para a pesquisa, reúne as pessoas que apreciam o vinho, proporciona momentos de diversão que revigoram a vida. Vinho é confraternização, encontro, amizade. O vinho que está na taça é único, você só irá tomar naquele momento, um momento especial que não se repete, de alegria, felicidade que a vida lhe confere.
 
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Carta Old Five é Magazzino



Pra que tanto céu, pra que tanto mar, se não se pode desfrutar, ao sol do dia, no cair da tarde ou quando a noite vem, de um vinho espumante. Seja brut branco ou rosé, com frutos do mar da casa e os peixes, quiçá um branco chileno ou argentino, detalhe, há vinho Manent Magazzino. E quando vier a noite, tochas acessas, luz do luar, o som do mar que vem nas ondas lavar a praia, apreciar um tinto brasileiro, argentino, chileno ou português com as carnes para melhor harmonizar. Noite de sonho tropical no verão eterno que repousa no Old Five, orla de Ponta Negra, aos pés do Morro do Careca, devoto à sua proteção de beleza natural. Coisas da vida, que não aquelas em que se pede a companhia amada, a família, os amigos, e que agora se completa com toque da carta de vinhos maestria e obra Marcelo Chianca e Magazzino.

 
 
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Jorge Lucki recomenda vinhos Magazzino



O colunista do jornal Valor Econômico e enófilo Jorge Lucki destaca entre os melhores vinhos de 2014, vinhos da importadora Zahil na adega Magazzino. Confira as escolhas de Jorge Lucki:

Sol de Sol Chardonnay 2009 - Chile
La Rioja Alta Gran Reserva 904 2004 - Rioja
Aquitania Res. Chardonnay 2012 - Chile
Portillo Malbec 2013 - Argentina
Salentein Reserve Malbec 2011 - Argentina
Château Beau Rivage 2011
Côtes du Rhône St. Estève d'Uchaux 2013
Duque de Viseu Branco 2012 - Portugal
3 Fincas Crianza 2011 - Espanha
La Guita Manzanilla - Espanha Jerez
 
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Natal dos Sonhos








 
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Magazzino, empório do sal

Utilizado para conservação dos alimentos, caiu definitivamente no gosto. Tempero para realçar o sabor da comida, não se resume mais ao tradicional marinho, natural, do dia-a-dia.
Há outros tipos temperados e aromatizados à disposição.
Segue uma seleção Magazzino com dica de uso.
O rosa do Himalaia, cuja cor se deve aos minerais presentes em sua composição, cai bem no preparo de carnes grelhadas, saladas e legumes; os de ervas, desidratadas como manjericão, orégano, salsa e alecrim, são ideais para saladas e massas; e os defumados ressaltam o sabor de vegetais cozidos, pães, sopas e tortas.
No Magazzino, uma infinidade de sais para a sua mesa da Drogheria & Alimentari, o negro e o vermelho do Havaí e o azul da Pérsia.
Consulte nossa loja.

 
 
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Natal dos Sonhos

Jingle balls, jingle balls, o Natal chegou ao Magazzino. Panetones italianos e bolos Casa Suíça, chocolates portugueses e tantos outros mimos Magazzino. A máxima é exclusividade, qualidade e preço, tudo envolto em uma embalagem especial que desenvolvemos para a sua festa.
Copinhos de chocolate branco e chocolate preto para servir os nossos licores com originalidade e elegância. Um rol de bebidas, gin, rum e absinto para apreciar e presentear. E mais, kits, cestas, pão de mel, alfajor, garrafinha com creme de Amarula para o cafezinho, chocolates finos Borússia, artesanais, exclusivos e limitados (há o confeitinho de amêndoa diet, novidade, uma delícia). Tudo a cara das festas de final de ano, completo Natal dos Sonhos Magazzino.

 
 
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Ícone espanhol

Jerez: um mundo que deve ser conhecido e sua versátil capacidade de harmonização
Por Jorge Lucki*



Há, para mim, duas bebidas imprescindíveis para servir antes de uma refeição. Ambas têm a propriedade de limpar e preparar as papilas gustativas para o que vem pela frente, e, muitas vezes, continuar com pratos que virão na sequência. Começar com um espumante brut (ou um extra-brut) não é novidade, e o aumento generalizado do consumo mostra que o gênero deixou de ser associado apenas a comemorações. O que ainda é, infelizmente, pouco conhecido é o Jerez, vinho fortificado seco, de paladar único, produzido na Andaluzia, sul da Espanha.

As condições locais são determinantes para a qualidade e as características inimitáveis da bebida: em termos de clima é uma região ensolarada, das mais quentes da Europa, e conta com decisiva influência marítima, pela proximidade do Oceano Atlântico e dos ventos úmidos que dele procedem.

Esse cenário permitiria antever vinhos alcoólicos e densos, mas não é o que ocorre. A Palomino, casta branca-base do Jerez, origina geralmente vinhos neutros e pouco ácidos, sem muito corpo. Eles ganham outro status pela adição de aguardente vínica. Antes de serem fortificados – são chamados localmente de “encabezados” –, os vinhos-base, com aproximadamente 11 graus alcoólicos, são separados em dois grupos. Os mais elegantes serão elevados a 15,5 graus e se destinam à categoria de Jerez “Fino”. Os menos nobres receberão maior proporção de álcool para chegar a 18/19 graus, dando origem ao Jerez “Oloroso”. Ambos vão para a fase seguinte, a “crianza”, em velhas barricas de carvalho americano com cerca de 600 litros de capacidade, chamadas de “botas”.

A graduação alcoólica não é a única diferença entre os dois. No “Fino”, ocorre um fenômeno vinculado diretamente ao local, que é a formação, dentro dos barris, de uma película na superfície do líquido que o protege contra a oxidação. Esse véu protetor, a “flor”, garante ao Jerez Fino, tons claros, aromas puros e delicados, e um paladar seco e refinado. Semelhante, o Manzanilla segue o mesmo modelo de produção do Fino, diferenciando-se por sua região de origem, Sanlúcar de Barrameda, cuja maior proximidade do mar contribui para formar um véu mais espesso, preservando mais o líquido. Com isso, o Manzanilla é ainda mais claro e delicado que o Fino.

Além de ótimos, como aperitivo são os mais adequados para acompanhar a extensa variedade de entradas típicas da cozinha espanhola, as tapas. Com jamón, particularmente, são únicos. Ou ainda pratos da comida japonesa, principalmente sashimi e temaki – neste, a alga, com o sabor do mar, contribui ainda mais –, peixes defumados, e frutos do mar.
Já nos Olorosos, em razão da presença de mais álcool, o fenômeno da flor não acontece, expondo o vinho à oxidação. Têm, assim, uma cor âmbar bem pronunciada e um sabor mais intenso, necessitando de comidas mais consistentes, caso dos guisados, preferencialmente os condimentados.

Cabe ainda entre os Finos e os Olorosos uma categoria intermediária no seu sentido mais amplo, os Amontillados. Começam como Finos, mas são deixados nas botas por mais tempo. Ao longo desse período, o vinho vai ganhando grau alcoólico, provocando, na mesma proporção, a perda do véu protetor e um consequente processo gradual de oxidação. Poderiam ser classificados como Olorosos mais femininos, companhia ideal para, entre outras possibilidades, queijos maduros, pratos agridoces e caldos reduzidos de peixe. Foi, a propósito, um Amontillado, o vinho escolhido para acompanhar a sopa de tartaruga no sonhado menu do filme A Festa de Babette. Melhor referência é impossível.

O universo maravilhoso dos Jerez não termina por aqui. Há ainda os fortificados doces. É, na verdade, um outro capítulo, que tem a ver com sua composição. Sai a Palomino e entra a Pedro Ximenez, uvas hoje provenientes mais da região de Montilla-Moriles, cerca de 200 quilômetros a noroeste de Jerez de la Frontera, onde o clima mais ameno lhe favorece. Não há demérito. O longo estágio nas “botas” que adormecem nos armazéns de Jerez lhes dá um toque especial e diferenciado. É só provar com queijos azuis e chocolate.

* Jorge Lucki é um dos maiores conhecedores de vinhos do país e colunista do jornal Valor Econômico. Este artigo foi publicado na revista Prazeres da Mesa.
 
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Notícia de um jantar

Daniel Cavalcanti, chef e proprietário, mais uma vez abria as noites do seu Cascudo Bistrô para a cidade e o bairro de Petrópolis. Ao Viu Manent, o chef e sua cozinha apresentaram um prato que a ele se somasse. A lição de Marcelo Chianca se estabelecia como princípio: vinho e prato devem crescer, proporcionando algo mais que o vinho e o prato separados não possam alcançar. E assim uma noite de sabor e gosto Magazzino se fez em torno do Viu Manent com a presença de Juan Pablo, enólogo da vinícola, especialmente em Natal para o evento. Viajava o Brasil com o importador da Hannover, Niels Bosner, para apresentar, festejar, degustar e servir Viu Manent. Passaram pelo interior de São Paulo, viram os sons e cores da Bahia, provaram peixe bem temperado e típico em Belém, a cada passo assinalando que o trabalho com o vinho é comunhão e encontro. O evento contou com a cobertura da Revista Deguste

Viu Manent é Magazzino
Presente há onze anos na adega do Magazzino e há quatorze no Brasil, o Viu Manent fixou bases sólidas no gosto do consumidor brasileiro. Niels Bosner, que começou a sua estrada quando o mercado do vinho ainda engatinhava no Brasil, bem lembra quando chegou ao Chile e conheceu a Viu Manent. Esteve certo que encontrava o vinho que agradaria a mesa brasileira. Apostar na Viu Manent em Natal, na esquina do continente, bem ali na rua Potengi, no Magazzino, foi uma crença compartilhada e uma amizade plantada. O Magazzino uniu a sua filosofia de qualidade, compromisso e serviço, aos propósitos que encontrou na Viu Manent. Resultado que reluzia no salão do Cascudo Bistrô, nos brindes, entre as conversas, na alegria dos presentes, no entusiasmo e no vinho.



O jantar
Marcelo bate na taça e anuncia, Juan Pablo começa a falar. Com simplicidade e clareza, ao som poético de sua língua materna, Juan Pablo discorre sobre os princípios da vinícola, as uvas que são plantadas, os solos em que se cultiva, os vinhos que produzem e o que cada um revela. Mesmo empenho que o chef Daniel apresenta na composição dos seus pratos, reunir ingredientes diversos para despertar e surpreender com o sabor. Paçoca igual não se provou, sem deixar de ser a mesma, incorporando ao repertório tradicional da carne de sol uma nova maneira de se provar e apreciar, como bem declarou surpreso e satisfeito, ao se pronunciar sobre o jantar e a noite, um dos convidados, dentre tantos outros instados a depor, sobre a experiência harmônica do jantar, o desejo e a conquista de fornecer conhecimento ao proporcionar sabor.

Outro não foi o propósito do Magazzino, de Marcelo e Verônica, em unir a cozinha do chef Daniel, rica, moderna e totalmente regional, à combinação com os vinhos Viu Manent, certos de que, como um bom vinho, o segredo está nas condições propícias. Marcelo fez das suas escolhas, Viu Manent e pratos do Cascudo, terroir perfeito para oferecer aos convidados, em uma feliz constatação de Niels e endossada por Juan Pablo, que de todos os lugares por onde passaram, não se havia provado nada igual a cozinha de Daniel e não se tinha visto clima tão festivo como o do natalense, amizade e recepção tão calorosa quanto a de Marcelo e Verônica Chianca. Proposito outro que não o abraçado por Marcelo de, ao levar o vinho, receber e se despedir com o mesmo abraço, festa, gentileza, hospitalidade, preocupação, charme e graça, cada convidado, fazer com que cada um encontre no vinho, na comida e no hábito de compartilhar e estar junto a presença da vida e do espírito da confraternização. Nada falta ao caminho do brinde que não harmonize felicidade.

 
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Dulce de leche argenino

Paixão nacional dos portenhos, sem ser exclusivo argentino, o doce de leite é sul americano pela própria natureza. Além do queijo, da coalhada e dos iogurtes, surgiu também como alternativa para que o leite não se perdesse e caiu no gosto e sabor do povo. Sua origem é remota e antiga, anota a história sua presença nas Antilhas já no século XV. E se justifica pela vocação da América para produção do açúcar e criação de gado. O segredo do argentino não se sabe, mas quem aprova aprecia o sabor. Sua descoberta está envolta numa lenda, o leite foi esquecido no fogo e o resultado se prova até hoje. Trata-se de uma mistura muito simples: o leite no fogo fervido com açúcar. Assim se produz um doce versátil, que pode virar bala, acompanhar bolo e dele ser feito biscoito e sorvete. Marcelo Chianca sugere acompanhar bem assim, com queijo de cabra assado e vinho de colheita tardia Late Havest. Fica a dica do sabor.


Na Nossa Loja Doce de Leite argentino San Ignacio e Doce de Leite argentino La Salamandra.

 
 
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Jantar Harmonizado Viu Manent Magazzino & Cascudo Bistrô



No próximo dia 13 de agosto, Cascudo Bistrô, Magazzino Vinhos&Cozinha e a Importadora Hannover promovem um jantar harmonizado conduzido pelo enólogo Juan Pablo Lecaros e Marcelo Chianca com os vinhos da vinícola Chilena Viu Manent.
Local: Cascudo Bistrô
Horário: 20h
Valor por pessoa: R$ 220,00
Vendas: Magazzino Vinhos&Cozinha

Cardápio
Entrada: coroa de frutos do Mar com molho de mel, limão e gengibre, harmonizada com vinho Secreto Viognier;  
Primeiro prato: paçoca crocante com arroz cremoso (pedaços de rapadura com pimenta) e Vibo Punta del Viento;
Segundo prato: nhoque de mandioquinha com chambaril e Viu Manent Single Vineyard Syrah
Terceiro prato: paleta de Cordeiro com couscous marroquinho e batatas ao murro e Viu1
Sobremesa: coalhada com frutas e Viu Manent Noble Semillon
 
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Encontre diversos produtos e sabores em nossa loja.

 
 
// Todos os módulos, exceto vinhos, terão o flash dos vinhos.