A adega perfeita

O segredo revelado da adega perfeita é o equilíbrio. Contemplar brancos, tintos e espumantes, vinhos do velho e novo mundo. Marcelo Chianca ainda acrescenta: uma boa adega é aquela que tem vinho para cada momento do dia, manhã, tarde e noite; vinho de guarda e vinho jovem; vinhos simples e complexos. Variedade que o Magazzino completa com uma seleção que procura atender uma gama diversificada de preço e gosto.

Seleções
Da nossa adega, selecionamos alguns rótulos. Começamos pelos sul americanos: o Portillo Malbec, o Salentein Malbec, o Numina, o Trumpeter Malbec e o clássico Antologia. O Numina foi o primeiro assemblage da vinícola, tive o prazer de tomar o vinho não engarrafado da primeira safra, vinho com bastante corpo, um malbec/merlot, macio, aponta Chianca. Vinho que vai bem, é uma sugestão, com um carneiro assado. Do velho mundo, o Vinha Grande da Casa Ferrerinha, autora do ícone português Barca Velha. O Vinha é um vinho básico, de bom preço e bem feito, produzido a partir das mistura de uvas cultivadas no vale do Douro. Gastronômico, vai muito bem com um filé.

Dos champanhes, o francês Drappier é a escolha acertada, o melhor vinho pelo melhor preço. De qualidade excepcional, é um espumante muito expressivo com características de frutas e leveduras. Ideal para todas as ocasiões, para uma refeição inteira ou acompanhar petiscos, serve bem com crustáceos e todos os queijos. Dos brancos, destacamos o Salentein Chardonnay, vinho que passa pelo carvalho, untuoso, serve bem com comidas de sabor mais forte, ideal para acompanhar um grelhado de frutos do mar e bacalhau grelhado na brasa ou no forno. A última surpresa é o Casa Marin produzido com uvas alemãs que se iguala aos vinhos alsacianos. Delicado, frutado e aromático, combina com sushi e sashimi. Um vinho sul americano com qualidade e característica de vinho europeu.
 
 
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No Magazzino, Gin London Number One

Legítimo produto inglês, geralmente servido em copo com gelo, água tônica e uma rodela de limão e assim bastante apreciado. A história do drinque vem da necessidade dos soldados ingleses de consumir quinino para evitar a malária, por ser muito amargo trataram de misturar ao gin para ficar apreciável. Do século XVIII, nasceu como remédio, destilado do zimbro. Os produtores começaram a variar a sua composição e hoje se apresenta fruto de um blend de ervas, a qual pertence o excelente Numero One, agora nas prateleiras do Magazzino.

Cor da gardênia, perfumado e saboroso, o Number One é uma exclusividade Magazzino que de quebra elaborou uma receitinha ideal para um gin tônica: um copo com gelo, uma dose de Number One, tônica e uma rodela de limão siciliano. A proporção é a seguinte: 1/3 de gin e 2/3 de tônica. O toque refrescante está na composição. A rodela de limão, o trunfo. O limão siciliano é mais delicado e deixa o drinque mais leve e refrescante, sugerem Verônica e Marcelo Chianca como arremate final.


 
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Magazzino na Convenção da Zahil

São Paulo/SP. A importadora Zahil reuniu os seus distribuidores para mais um encontro regado a bons vinhos. O Magazzino e demais distribuidores conversaram sobre o mercado do vinho no Brasil e conheceram as novidades que vão chegar às adegas brasileiras nos próximos meses.


Um pouco da cartela de vinhos foi servida, as pérolas da casa, que comprovam o acerto da empresa em selecionar os melhores vinhos do mundo e que fazem da Zahil uma das importadoras brasileiras mais conceituadas.


Degustações e exercícios de harmonização também marcaram o encontro.
 
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Degustação, Ruca Malen Magazzino

Duas famílias da França se instalaram na Argentina e fundaram a sua própria bodega, chamaram-na Ruca Malen. Considerada uma vinícola de médio porte e excelente qualidade, no Vale do Uco, Mendonza, Argentina onde se concentra a produção dos vinhos argentinos para consumo interno e exportação. Brasil, Estados Unidos, Europa e Índia são destinos.

Agostin Gandia, da área de exportações, esteve no Magazzino, sábado, dez de maio, para apresentar os vinhos Ruca Malen. “Elegância é o que define trabalho da vinícola. Trabalhar com o vinho é sempre está diante do novo. Mesmo que as cepas sejam as mesmas, o vinho sempre será singular. Cada vinícola tem seu estilo”. Agostin entende que para apresentar um vinho é preciso compreender todo o seu ciclo.


Agostin Gandia da Ruca Malen e Marcelo Chianca do Magazzino

O vinho é uma experiência pessoal, apresentar o vinho é uma forma de conhecer as pessoas e interagir. Vinho é conhecimento e variedade. Embora o consumo per capita brasileiro ainda esteja aquém, cada vez mais há interesse pela cultura do vinho.

Há muito trabalho e empenho para produzir uma garrafa de vinho. O trabalho começa na escolha do terreno onde se vai plantar os vinhedos e termina quando a garrafa é aberta, pois o vinho na garrafa ainda esta em processo de evolução. A produção do vinho também é uma tradição, os mais velhos legam o seu conhecimento, os mais jovens contribuem com a sua força de trabalho.





A Ruca Malen produz vinhos em dois estilos, assim se pode dizer, vinhos frescos e vinhos encorpados. “Buscamos qualidade, excelência e elegância em todo o processo de produção”, explica Agostin. Vinhos mais maduros e encorpados ao gosto europeu, destaque para o seu Petit Verdot e o Cabernet; e vinhos mais frutado, o Malbec, apreciado pelos mercados americano e brasileiro.


Codorna recheada Magazzino para acompanhar

 Momento de degustação
 
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Copa Magazzino

 
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Magazzino Expovinis 2014

São Paulo, 22 a 24 de abril, mais uma vez o Magazzino visita a maior feira de vinhos da América Latina, Expovinis Brasil. Frequentada por importadores, distribuidores, produtores e consumidores finais, a feira movimenta o mercado do vinho.Frequentada por importadores, distribuidores, produtores e consumidores finais, a feira movimenta o mercado do vinho.





Magazzino marcou presença mais uma vez nos stands da Adega Alentejana e Bodegas, em contato com seus fornecedores, em clima de confraternização com amigos e parceiros, atualizou seus contatos, conversou com os demais distribuidores, ficou de olho nas novidades.
Adega Alentejana inova em solo português com a produção de uvas francesas e aposta em embutido de porco preto, queijo Serra da Estrela e pasta de sardinha; encontro com o editor da Prazeres da Mesa, Ricardo Castilho, mereceu brinde; Bodegas apresentou novos rótulos. Momento para ver e provar o que acontece no mundo do vinho sempre dinâmico e surpreendente.

 
 
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Viu Manent na mesa

Marcelo Chianca escolhe alguns rótulos da adega, expõe suas características e aponta alguns sabores que caem perfeitamente como uma pedida para melhor apreciar o vinho Manent e se deliciar. Para o Carménère, vinho agradável e fácil, delicado e macio, ideal para os iniciantes, uma sugestão, acompanhe carnes, pizza de pepperoni Magazzino e frios.

O Secreto Shiraz, macio de corpo, nada agressivo na boca, pela composição 85% Shiraz e o restante não declarado de outras uvas, por isso secreto, acompanha filé ao molho funghi, tábua de frios variados e queijos importados. Single Malbec, linha especial, dos vinhedos mais velhos, encorpado e taninos macios, aposte num belo cordeiro. E para encerrar antes do cafezinho, Late Harvest, colheita tardia, da uva Sémillon, com uma taça gelada de tapioca com creme do chefe Daniel, do Cascudo Bistrô. Servir bem gelado. E bom apetite.

 
 
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Confesso que eu vi, impressões de uma visita

por Marcelo Chianca

O poeta Neruda a pedido foi juntando notas, apontamentos, reunindo o que havia, que não era outra coisa que a trilha da vida, os lugares idos e lá vividos, e tratou de à reunião dos rabiscos tachar do que era feita do mais preciso, da vida, era uma confissão, “confesso que vivi”. Marcelo foi lá na Viu, pregou o olho no que havia de haver, concentrou a audição no que era preciso ouvir, contou um pouco do que tinha e o resultado é que, depois de uma visita a Casa Sebastiana em Valparaíso, cochichou com Neruda, e que resolveu confessar aquilo que viu.

Seguimos pelo campo, vimos a uva ali pelo pé nas plantações, tomamos o rumo das Bodegas. O roteiro era traçado pelo guia que apontava e explicava cada coisa, aquelas invisíveis aos olhos. Mesmo com roteiro predeterminado, quando se trata de vinho tudo é sempre um surpresa. Experiências passadas e outras visitas realizadas, ali, e em outras terras pelo mundo, pude observar como primeiro elemento essencial, e para qualquer coisa, o vinho exige empenho e amor. Surpreende que passado o último terremoto que justamente aconteceu após a minha última visita e anterior a esta última, tudo estava perfeitamente reconstruído como havia.



A capacidade do chileno de se reerguer e seguir é uma lição de brava gente, determinação e trabalho. Aquilo me impressionou, como me impressionou que, se aparentemente tudo estava como era sempre, sempre há uma mudança, uma reforma nos tanques agora é garantia que, havendo novo terremoto, não se perderá o vinho. Os chilenos são capazes de ao se rerguer e seguir tentar ultrapassar as condições adversas. Um dos nossos condutores pela estrada me disse: somos um povo que procuramos ser melhores naquilo que somos capazes de fazer, e sábios para reconhecer que, naquilo que não somos capazes de ser melhores em produzir e construir, saberemos melhor escolher quem saiba fazer melhor.

As vinícolas cada vez mais contam com um aparato técnico insuperável, e cada vez mais procuram ser mais perfeccionistas na produção do vinho, laboratórios nas vinícolas acompanham todo processo de produção, quando a uva é colhida e prensada e passa por análise química, para então seguir para o processo de vinificação e sala de envelhecimento, cada etapa é possível conhecer numa visita, e em cada uma delas, sobretudo se se pode contar, como contamos, com a participação especial, rara, e uma deferência, de Pablo, o enólogo da casa, e Sandra a diretora de exportação, aos dois se pode agradecer.

E passamos para uma agradável degustação dos rótulos da casa, Pablo explicou cada detalhe do solo, dos processos de vinificação, que configuram as dadas peculiaridades que cada vinho conserva. O tempo estava uma delícia, ficamos entre doze e quinze graus, um sol vivo e brilhante o tempo todo, o Chile nos recebia de braços abertos. Impressionou também os vinhedos bem cuidados, tudo muito limpo e asseado, a perseverança e a busca incessante da Viu pela qualidade dos seus vinhos.


A Viu produz um vinho moderno que agrada o paladar Europeu, Sul América e Americano. São vinhos jovens e bem feitos, ideal para o consumo imediato, e que chega ao exterior com o maior equilíbrio entre o preço e a qualidade. Há doze anos acompanhamos a Viu Manent no trabalho diário na loja, o Magazzino, e vimos cada passo da vinícola com muita alegria, El Incidente foi um achado, a variedade Single outro impulso, e a linha Secreto aqui por nós, potiguares, perfeitamente aceita e consumida. O mundo do vinho é encantador e a oportunidade de conhecer a vinícola um aprendizado que nos leva a valorizar cada vez mais o vinho.
 
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Visita, Quando fomos à Viu Manent

Abril, 2014. Chile, Vale do Colchagua.
Atravessando os vinhedos, assim começa uma viagem pelo vinho. Cercado pelo campo de parreiras alinhadas que se perdem no horizonte, folhas verdes a brilhar à luz do dia, um caminho se segue em passeio de charrete, conduzida por cavalo alazão valente e robusto. E assim voltamos à terra, onde tudo começa, de onde tudo parte, enquanto ouvimos dizer que estamos em Colchagua, terra que em se plantando parreiras, uvas brotam, faz-se o vinho, e começamos a conhecer a vinícola Viu Manent.



A escolha pelo Viu Manent teve apelo especial. Sentimental. O Magazzino quando começou em Natal/RN, há exatos treze anos, ouviu de uma cliente da casa e amiga, fiz uma viagem, provei destes vinhos, eles são especiais. Assim fomos em busca de conhecer o que de tanto encantava na Viu, encontramos Niels e Angela, a Hannover, e passamos a representá-los com pioneirismo no Nordeste do Brasil. Passou-se a servir Viu Manent e a recomendar a sua qualidade no Magazzino. O vinho então cumpria seu papel de formar laços e pontos, entre o produtor, os representantes, clientes e os vendedores, veio à mesa.

Lembranças que perpassam a cada visita, a terceira realizada à Viu desde a fundação do Magazzino, e que se espera se some a outras que possam nos aparecer. Visitar o Chile é um encanto, terra do poeta Neruda, que em seus cantos gerais, revelou a cultura, o povo, as coisas da terra, e também o vinho, seu Estatuto do Vinho é um poema apaixonado sobre todas as coisas. A hospitalidade começa com o condutor do veículo que come 200km de estrada entre Santiago, capital do pais, e a Viu, nos caminhos do vale. Visita guiada que é oportunidade de conhecer passo a passo como é que finalmente o vinho chega à garrafa.



Oportunidade melhor para conhecer a natureza, os processos de vinificação, em que se empregam já técnicas avançadas, e mais do que tudo isso, como o trabalho gregário e empenho dos homens é capaz de proporcionar alegria, confraternização e felicidade ao, numa mesa de refeições, se brindar com o vinho. Encanto maior que se compartilha em cada mesa do Magazzino e que vai com cada garrafa que quem passa pela loja leva para casa, para harmonia da família e dos amigos.

Nenhuma escolha é em vão, e vender o vinho exige todo um processo de procura por conhecimento, atualização, e também muita paixão, são as paixões que movem o mundo, e é também delas que o vinho é feito. Pois um grupo de potiguares, brazucas com bandeira verde e amarelo, chegou a Viu Manent, participou de uma degustação especial, convite hospitaleiro e amigo, com a presença do comandante da vinícola José Miguel a desejar boas-vindas. Ser recebido pelo dono da casa, deferência e acolhimento hospitaleiro, gesto amigo.


José Miguel, o anfitrião, e Marcelo Chianca

E cada vinho foi revelado em suas pequenas coisas, porque nada na vida é em vão, e produzir o vinho envolve cuidado meticuloso, escolhas, e um desejo, que proporcione satisfação, e assim desfilaram para prova a linha Single da casa, veio um Shiraz, um Malbec e um Cabernnet, e os primorosos El Incidente e Viu1, seguidos pela explicação do enólogo que apresenta a razão de cada um ser, fruto do solo, dos processos de fermentação, armazenamento e espera, fruto de escolhas.

E então deve-se seguir para um almoço com cardápio especial, quando a comida e o vinho se encontram para simples e apenas proporcionar uma experiência única. Marcelo fala, ouvímos, na sua voz se encontra a paixão do vinho e em cada palavra se expõe que a vida é uma construção de experiências singulares, aquela não há de se perder nas recordações dos que ali estão, e mais que única, compartilhada porque o vinho congrega, segue o verso de Vinicius de Moraes, quando diz que é impossível ser feliz sozinho.

 
 
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Um pouco de Viu Manent

Viu1 é um vinho da linha Ícono, produzido em edição limitada, barricas numeradas e seleção das melhores uvas cultivadas nas antigas parreiras Malbec, vinhedos de San Carlos, com mais de cem anos que, em razão da idade, tem uma baixa produção, e uma extraordinária concentração da uva. O vinho é uma homenagem ao fundador Don Miguel.



El Incidente é um típico chileno produzido com a uva ícone do Chile, a Carménère. Considerada extinta, esta uva foi descoberta por acaso entre outros tipos nos anos 1990. Leva este nome em razão de um incidente durante um voo de balão de José Miguel sobre os vinhedos, quando inesperadamente caiu sobre um mercado de Santa Cruz.

Vibo é um Malbec, chileno produzido em Mendoza, Argentina, em La Consulta, Vale do Uco, mil e duzentos metros acima do nível do mar, em vinhedos cultivados próximo a Cordilheira do Andes; o Secreto, um vinho aromático e fresco, produzido no Chile, por uma variedade de uvas cuja composição é secreta apenas de domínio do enólogo, por isto ganha este nome.

 
 
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Viu Manent, Vale de Colchagua, Chile

Colchagua foi parte do império Inca, é assim chamado por ser um “vale de pequenas lagoas”. Está na zona central do Chile que se pode dividir em diversos vales transversais, todos produtores de vinho. Distante 200km da capital, Santiago, Colchagua abriga a cidade de Santa Cruz. Servido pelo rio Tinguiririca, é onde vamos encontrar a vinícola e alguns dos vinhedos da família Viu.



A viu Manent pertence a família Viu. Fundada em 1935 pelo imigrante catalão Miguel Viu Garcia e seus filhos, já está na terceira geração, comandada por José Miguel Viu desde os anos 2000. Começou uma pequena bodega destinada ao engarrafamento do vinho em Santiago com o selo Vinhos Viu.

Em 1966 é que começou a produzir os próprios vinhos, com a compra da Hacienda em Colchagua. A Viu possui duzentos e sessenta hectares de vinhedos próprios distribuídos por São Carlos, Santa Cruz e Peralillo. E também produz vinho na Argentina. Distribui sua produção em três linhas, os vinhos Íconos, que compreende Viu1, El Incidente e Vibo Limited Argentina; a Linha Viu Manent, com os Single Vineyard, Gran Reserva e State Collection; e os Vinhos Viu Manent, Vibo e a linha Secreto, todos importados para o Brasil pela Hannover de Niels Bosner sob a gerência de Angela Bottezel.



 
 
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Adega Paulo Laureano no Magazzino

Sorriso largo e bigode de ponta, sabedoria das tantas e um produto único. Paulo Laureano adentra a adega do Magazzino com a sua linha de bons vinhos alentejanos. Nos últimos cinco anos seus vinhos evoluíram em qualidade, complexidade e  variedade. Um portfólio que atende a todas as faixas de consumo e oferece tintos e brancos. Região mais querida dos brasileiros, o Alentejo além dos bons vinhos oferta um bom azeite, rolhas e o famoso porco preto com que se faz embutidos. Marcelo Chianca acrescenta que os costumes culinários de lá são muito parecidos com os do Nordeste, “fartura à mesa e diversidade de pratos, mesmo que seja só para servir duas pessoas. E não há o prato feito, serve-se bem e em travessas”. Consulte os vinhos portugueses Paulo Laureano na nossa adega.

 
 
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Receber com vinho, o básico

Esfriar o vinho, separar as taças, decidir o menu. O número de convidados vai determinar a quantidade, a pretensão do encontro e o que se pretende servir. Encontro, muito papo e boa mesa que deve observar para bem servir pequenos detalhes daqueles certos de fazerem toda a diferença. Não se pode esquecer que cada tipo de vinho exige uma temperatura ideal para ser melhor apreciado. Brancos e rosés devem estar em temperaturas mais amenas que os tintos, o resfriamento pode ser na geladeira ou em balde com água e gelo. Não se deve esquecer a regrinha mágica para servir: brancos antes de tintos, vinhos menos complexos antes dos mais complexos, secos antes de suaves, e suaves antes dos doces. Os vinhos doces ficam pro grand finale, com a sobremesa, e até sozinhos mesmo, de bom aperitivo. E vinho de tão variado, em tipo de vinho, uva, safra, cabe em todos os momentos da refeição, a combinação pode ser por semelhança ou contraste, entre o vinho e a comida.

A taça deve ser servida só até 25%, ou seja ¼, para proporcionar a correta apreciação visual e olfativa e em taça de vinho aquela em formato de tulipa, ideal para concentrar os aromas, e com haste para que não se segure a taça pelo bojo e se aqueça o vinho; espumantes pedem taça modelo flauta, aquelas de corpo delgado e alto que ajuda a conservar o gás por mais tempo. Cuidado na limpeza também é essencial, ideal usar água quente e enxaguar bem para não deixar qualquer resquício de sabão. Para abrir o vinho, remover o lacre antes, nada de mandar o saca-rolha com tudo, porque as impurezas que estão na cápsula podem cair no vinho. Depois não é preciso tampar, o vinho precisa respirar, e assim a intensidade e o aroma se pronunciam. Não esqueça de ter sempre a mão um bom saca-rolha, um ruim pode danificar a rolha e dificultar a tarefa de abrir o vinho. O saca-rolha bom é aquele que tem as voltas bem separadas. Uma garrafa de vinho quando aberta deve ser consumida, se sobrar, conservar na geladeira por até três dias. E tudo pode começar com um espumante seco, ideal para abrir o apetite.

 
 
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Seleção Marcelo Chianca para o seu final de ano Magazzino

Para a alegria do seu Natal, um bom vinho Magazzino.
Para este ano, Marcelo Chianca mudou o traçado, apresentar uma linha de vinhos, e não um único vinho. Então complete o seu petit comitê com estas indicações temperadas com todo primor.
Viu Manent para começar! Chileno de excelência, a vinícola nos brinda do Reserva ao Viu 1, uma variedade de rótulos que você pode consultar na nossa loja ou visualizar a ficha no nosso site; dos Pampas, os vinhos argentinos da Finca La Anita, do Quarto de Milha, passando pelo Luna e chegando ao Varúa; do Uruguai, a Bodegas Carrau, do Cepas Nobles ao Amat, os melhores tannats del mundo.
Do velho mundo, novidade na adega, os vinhos produzidos pelo afamado enólogo português Paulo Laureano, do clássico ao Tinta Grossa, há para toda surpresa e gosto, recomenda-se. Para melhor acompanhar o nosso cardápio especialmente elaborado para a melhor confraternização à mesa e como é tempo de festa, nossos espumantes sempre prontos para servir também estão a disposição.
Boas festas!

 
 
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Vibo Sabor Magazzino

 
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Vinexpo Natal 2013

 
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Sobre os queijos Magazzino

Na nossa loja, uma diversidade de queijos, ideais para aquela beliscada na casadinha queijos & vinhos, e muito certos também na composição de receitas e complemento de pratos. Apresentam-se alguns deles, seu sabor, serviço e vinhos para acompanhar. Grana Padano, parmesão de qualidade: grana porque granulado, dos tipos de queijo mais secos e mais curados, saboroso, resultado de uma conjunção de fatores. É a região, é o pasto, tudo concorre para a sua qualidade primorosa, vai bem para polvilhar sobre a massa. Já se viu em receita usado para empanar, faz figura nas bordas dos crepes, é a alegria de uma berinjela ao molho de tomate, e até no bacalhau faz bonito. Acompanha vinhos encorpados, porque é um queijo forte, expressivo, sugestão de Marcelo Chianca, vá de Felipe Rutini ou Viu 1 da Viu Manent.

O Brie, coisa de francês, tem o traço da sua delicadeza e com uma geléia por cima sirva com espumante e prazer maior não haverá. Também enobrece a composição do molho de quatro queijos. Seu primo-irmão Camembert é um tantinho mais forte, mas como ele é da família dos queijos moles, pastosos, se apresenta também muito bem com os espumantes e os vinhos brancos. Pode-se até dizer que como são meio amanteigados, seja um Chardonnay, seja um Sauvignon Blanc, estará bem acompanhado. Aliás, uma tábua de queijos para vinhos brancos não pode passar sem Brie e Camembert, porque pedem queijos pastosos que se deve para o bel prazer juntar para servir com um pão italiano ou de macaxeira Magazzino. O Emmental, da turma dos semiduros, ainda é um queijo mais pastoso, é ele quem vai dar a massa do fondue, que se faz com quatro queijos, enquanto o sabor se deixa para o Gruyere, Primma Donna ou Gorgonzola. E por falar em Gorgonzola, sua harmonização perfeita é por contraste, não prescinda do vinho licoroso.

 
 
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Magazzino é Vinexpo 2013

Preparem as taças que a segunda edição da Vinexpo tem data marcada. 25 de outubro, no Spaço Guinza, Via Costeira. Magazzino selecionou trinta rótulos, dez de cada importador, para prova e degustação. Os melhores vinhos da casa estarão em exposição, da França ao Líbano, a diversidade toda da sua carta que pode ser acessada no site, para mais detalhes. A convidada especial Magazzino é Rafaella Barros da importadora Zahil que com Marcelo Chianca vai estar por lá falando um pouco de cada um deles. É de não perder. Confira mais detalhes na matéria da Revista Deguste. Um brinde!

 Os promotores do evento (foto Thiago Macedo, Deguste)
 
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Magazzino na terça Jazzy Gourmet

 
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Salmão defumado Magazzino

Uma variação de muito sucesso do salmão e muito apreciada na elaboração de pratos leves é o salmão defumado encontrado em várias formas, desde o filé até as lâminas que são muito usadas como carpaccio. As possibilidades de uso são infinitas: bruschettas, saladas, massas, bolinhos, pizzas, sanduíches. Endro, estragão, cebolinha, pimenta-do-reino branca, pimenta-rosa, mostarda Dijon, alcaparra e azeite são excelentes temperos para associar à sua receita. Mas, atenção: usar apenas um ou outro de cada vez, já que o sabor desse peixe é soberbo e seria criminoso o ato de esconder o sabor com o uso de muito tempero.

O salmão é da mesma família da truta, peixes de águas frias e ricos em ômega três. Para bem harmonizar, espumante em qualquer uma de suas versões. Quanto menos condimentado ou temperado, melhor escoltado pelos espumantes brut mais leves e frutados, a exemplo do Dom Candido Estrelato Brut. Para os apreciadores de espumantes franceses o Paul Bur Brut, excelente custo/benefício, de Bordeaux, à base da uva Chardonnay. As tenras e delicadas lâminas de salmão defumado são a glória com espumante Adolfo Lona Brut Rosé, de sabor marcante e sui generis como o salmão, intensidade de sabores que de tão próximas, se torna a combinação perfeita.

 
 
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Encontre diversos produtos e sabores em nossa loja.

 
 
// Todos os módulos, exceto vinhos, terão o flash dos vinhos.