O melhor do Dão, Duque de Viseu na nossa adega

Português legítimo, o vinho Duque de Viseu leva o nome do ducado de mesmo nome, ao qual foi agraciado o infante Dom Henrique, o navegador, nos idos do século XV. Viseu cidade antiga que data de 712, quando chega lá um cavalheiro que diz, “Que viso eu?” (que vejo eu), e assim Viseu. Região de serras, Estrela, Lapa, Arado, cortada por rios, Vouga, Paiva, Pavia e o Dão, rio Dão, em cujo vale, zona alta e de solo de granito, situa-se a produção de vinhos por região demarcada, a Região Demarcada do Dão, instituída em 1908. Produzido na Quinta dos Carvalhais, pertencente a Sogrape (empresa portuguesa), é em 1990 que se lança o Duque de Viseu tinto, quando se dá uma nova guinada na produção de vinhos portugueses de excelência. Um vinho que é referência na região do Dão, um vinho de preço acessível que os portugueses classificam “tranquilo”.

Um vinho de uvas de casta nobre. Touriga Nacional, que redunda em vinho de bom teor alcoólico, aromas intensos, encorpados, taninos nobres e longo envelhecimento; Jaen, teor alcoólico regular, aromas intensos de fruta muito madura, taninos de qualidade e grande macieza; e Alfrocheiro-Preto, que confere ao vinho aromas finos e complexidade com o passar dos anos. 50% Touriga Nacional, 20% Tinta Roriz, 30% Jaen. Cor rubi, passa por barrica de carvalho, pode ser consumido em até dez anos depois de ir para garrafa e acompanha e bem, recomendam os portugas, pratos de carne, aves e queijos. Com o sabor Magazzino, indicamos para acompanha-lo o Lagarto Siciliano, a Codorna Recheada, a Lasanha à Bolonhesa e os queijos de sabor mais pronunciado como o Primadona, Old Dutch e Vincent. Em 2013, foi o único tinto português pontuado com 92 pontos pelo crítico norte-americano Robert Parker.

 
 
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Tambuladeira, capitulo da história do vinho

Antigo recipiente para prova do vinho, de estanho e banhado em prata, o taste vin, ou em bom português, a tambuladeira, é o símbolo, hoje, das confrarias de vinho. Seu uso precede ao invento da taça de cristal. Na Roma Antiga, o estanho era muito utilizado também na confecção de taças. Até as garrafas de vidro para o vinho não eram utilizadas em razão da baixa qualidade do material. As primeiras garrafas de espumante, de tão frágeis, estouravam em razão da pressão do gás, por isso se adotou como remédio o formato convexo do fundo. Predecessora da taça de degustação, o provador do vinho levava a sua tambuladeira pendurada ao pescoço, utilíssima, porque o seu brilho e seu formato de concha auxiliavam na verificação da qualidade do vinho. Hoje, símbolo de muitas confrarias, é parte da história e da cultura do vinho que se conta.

 
 
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Manual quase completo do Rosé Magazzino

O manual do vinho ensina que o vinho rosado nasce da uva tinta e da branca, e assim fica com cor de tinto, embora esmaecido para rosa ou alaranjado e com o frescor e o frutado do branco. Também pode nascer apenas de uvas tintas. Segundo Marcelo Chianca, o rosé é um vinho branco por natureza com toque de mais corpo. Os franceses e espanhóis são mais delicados, enquanto os brasileiros e sul-americanos (Chile e Argentina) carregam mais no tanino. No Magazzino, a boa prova é escolher entre o francês Château Ferry Lacombe Haedus Rosé resultado do casamento de Cabernet Sauvignon, Grenache/Garnacha, Cinsault; os chilenos, Aquitania Rosé 100% Cabernet Sauvignon e Viu Manent Estate Collection Rosé 100% Malbec. No primeiro é certo que encontraremos mais delicadeza e mais romantismo, características que combinam com os momentos de contemplação do verão europeu. Estes traços certamente não serão encontrados nos rosés sul americanos, que apresentam claramente muito mais cor e corpo.

Contudo, há que se ressaltar como exceção à regra, o Aquitania Rosé de Cabernet Sauvignon, assemelha-se aos rosés franceses por ter como criador o enólogo franco-chileno Felipe de Solminihac. Nem tintos nem brancos, às vezes os rosés quebram as regras da harmonização, por isso, precisamos ter conhecimento dos sabores que sobressaem no prato antes de arriscar nas combinações. Não é tarefa difícil. A perfeição fica na combinação com peixes, camarão, lagosta, defumados ou assados na brasa como para churrasco, as moquecas que levam leite de coco, pratos com molhos à base de frutas que sejam adocicados. Aconselhamos evitar carnes vermelhas, independente do modo de preparo, e pratos picantes e muito condimentados. Marcelo Chianca acrescenta que é um vinho excelente para harmonização, enfrenta bem até a sobremesa desde que não seja muito doce. Para servir bem resfriado, pois não se deve esquecer que, embora tânico, não deixa de ser um vinho refrescante e, por isso,deve ser servido a baixa temperatura.

Espumantes
Quando se trata de espumante rosé, sugerimos o brasileiro Adolfo Lona Brut Rosé, método Charmat (fermentação em tanque), com as uvas Pinot Noir e Chardonnay, uma branca e outra tinta, ideal para acompanhar um salmão com molho adocicado; ou o espanhol Castillo Perelada Brut Rosé Cava D.O., 60% Trepat, 20% Monastrell, 20% Pinot Noir, o espumante escolhido para o casamento do príncipe espanhol Felipe de Borbón e o predileto do artista Salvador Dali, que vivia muito próximo a cidade de Peralada onde é produzido; e, se a sua escolha é por um francês, sugerimos este de Bordeaux, o Veuve Paul Bur Rosé Brut, espumante das uvas Tempranillo e Grenache, para ser tomado sozinho ou ainda acompanhando sobremesas de frutas vermelhas.

 
 
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O sabor das trufas

Do tamanho de uma rolha de espumante, redondas, grandes, negras, o sabor e o aroma tornam-as apetitosas. Espera-las e saber escolher é uma tarefa cuidadosa e, ao mesmo tempo, que prescinde uma relação com a comida e com as suas tradições. Imagine uma lamina de pão, um pão fresco, macio e por cima distribuir fatias de trufa, e para acompanhar, vinho. Não há nada mais simples e não há nada e com sabor das pequenas coisas na cultura francesa. E não se trata apenas de serem as trufas de se ter o vinho, mas de encontrar nas pequenas trufas a espera, a estação em que vão aparecer, e saber provar, reconhecer os sabores e encontrar na mesa recordações. Que memórias levam aquelas trufas? Construir momentos, angariar memórias, os franceses assim estabelecem uma relação com a cozinha que transpassa a necessidade de apenas alimentar-se.

A mesa é uma experiência cultural e uma construção de si mesmo, e não são só as trufas, e não é só a cozinha francesa que é capaz de construir momentos significativos, mas tudo aquilo que se faça com o sentimento, devoção e amor e nenhum exibicionismo. A pretensão é de apenas passar pela vida e construir uma história de sabor e poder compartilhar com quem se devota, e quem está disposto a conhecer, desfrutar, e viver. Só a ignorância e o deboche ao vinho, às harmonizações, à comida é capaz de impedir a felicidade à mesa, por isso, não se deve nunca deixar de provar, de conhecer, de aprender. As trufas assim servidas completam a cena mais emblemática Les saveurs du Palais (Os sabores do Palácio, filme, França, 2012, trailer), quando o presidente vai a cozinha e a sua cozinheira lhe proporciona mais um momento de prazer e recordação.

 cena do filme, o presidente francês vai à cozinha (foto divulgação)
 
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Magazzino foi ao VAP 2013

Da reportagem local
Um zumzum circula os bons presságios que se consagraram mais uma vez com a turma do VAP se encontrando em Natal, 2013, o retorno! O repeteco veio da necessidade de, a par da cozinha do sertão no ano passado, neste literalmente foi preciso ir à praia para conhecer a cozinha do mar. Como o gostinho do sertão ficou, não teve como também não voltar aos sabores deste conhecido, então carne de sol não faltou. O pré-Vap dos tambulados foi com boas-vindas Magazzino; no dia seguinte, entrou paçoca de pilão da Paçoca de Pilão, o Fuxico ( que leva queijo, feijão e carne) de Dona Dalva da Paçoca de Pilão e um pastelzinho de caju. Das degustações, tome prova de vinhos franceses, austríacos e albarinos x alvarinhos, noite de cada um trazer seu vinho e todo mundo provar e até degustação às cegas.

Na Moqueca Capixaba, caldinho de ostra, bolinho de macaxeira com camarão, moqueca e de sobremesa cocada preta, cada coisa com seu vinho. O privilêgio do encontro foi para os brancos, senhores de si desfilaram portugueses, australianos e italianos.E foi juntando um dito aqui, outro ali, que esta resenha se costurou solta, nela se amarrando também os clicks que o pessoal fez de tudo no meio de tanta diversão e vinho, que a reportagem local trata de reproduzir, e já adianta os créditos. A lição é a de sempre: o vinho tem o poder mágico de juntar as pessoas e de fazer tudo só felicidade... e a história se conta cena a cena é da despedida no sábado, em que harmonização também foi de momentos,  parada para ostra e espumante com vista do chapadão, almoço em Pipa com direito a repentista e sobremesa com pôr-do-sol em Tibau do Sul. À noite grand finale com jantar do chef Daniel Cavalcanti do Cascudo Bistrô. E assim o Magazzino também foi ao VAP 2013, obrigado pessoal!


A turma do Vap na Moqueca Capixaba


Momento das degustações


Ostra no chapadão para acompanhar espumante Adolfo Lona Rosé


Almoço em Pipa, no Tapas dos chefs Lucas e Nicole, lá para as tantas chegam os repentistas


 Do cardápio do almoço, tomates grelhados com parmesão e vinho português Morgadio da Torre Alvarinho


 Polvo com ricota e zattar, para acompanhar vinho chileno Viu Manent Secreto Sauvignon Blanc


 Na sequência, atum com chutney de manga e molho de iogurte (prato a esquerda); e arroz indiano com especiarias e frutas e vinho argentino Finca La Anita Semillon


 Em Tibau do Sul, crepe de sobremesa, vinho do Porto Branco e pôr-do-sol
 
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Magazzino recebe a turma do VAP



A turma volta a Natal para o XIV Encontro do Fórum Enológico. A ideia é mesmo de Vamos à Praia –VAP e a programação oficial começa dia 25 de julho, mas um encontro extra oficial juntou o pessoal no Magazzino. Marcelo Chianca anunciou de pronto, “a casa é de vocês!”, e melhor não se estaria porque o clima não foi outro que o de boa reunião em casa de amigos. Para as boas vindas serviu vinho branco da Nova Zelândia, o Framingham Sauvignon Blanc,  e para beliscar tábuas de frios Magazzino e pães da casa.



Os convivas foram se alojando na alegria do reencontro, na festa que é sempre a comunhão que se forma em torno do vinho. Para aguardar o jantar, a entrada foi caldo de camarão e ova de curimatã, e muita gente maravilhada provava a ova pela primeira vez. Na chegada cada um trazia o seu vinho para compartilhar, ou escolhia na adega do Magazzino um rótulo de sua predileção.


Caldo de Camarão


Ova de Curimatã

Lá para as tantas a surpresa do jantar chega a mesa. Marcelo e Verônica Chianca preparam uma carne de sol paraibana que passou 12h no termocirculador, a ser servida dourada na manteiga do sertão acompanhada de chips de macaxeira com arroz da terra e farofa de banana, foi mais uma alegria da noite que se encerrou com sabor de Dona Nida, a sobremesa doce de ovos queimados que mãe de Veronica preparava em casa.

 Carne de Sol dourada na manteiga do sertão, chips de macaxeira, arroz da terra e farofa de banana

 Doce de Ovos, detalhe para as boasvindas Magazzino: "estimamos em recebê-los e desejamos uma boa estada em Natal." 
 
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Carpaccio Magazzino

Finíssimas fatias de lagarto, carne crua bovina e extremamente magra, em cinco camadas de lâminas de carne (200g), intercaladas com molho Magazzino à base de mostarda Dijon, alcaparras, polvilhado com queijo parmesão uruguaio ralado e azeite extra virgem, acompanha mini torradas. Os ingredientes do molho é que vão preparar a carne, uma espécie de pré-cozimento. Ideal para abrir o apetite, serve como uma simples entrada ou como petisco, cai bem para reuniões informais. Produto perecível, deve ser mantido refrigerado.

 
 
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Condimentos Magazzino

Perfumam a cozinha, colorem o prato, conferem aquele toque de sabor. São eles, os condimentos. Desde os tempos imemoriais não se passa a cozinha sem eles. Há até um adágio que diz: “quem faz a cozinha é o tempero”. Cascudo quem conta na sua história da alimentação: pimenta era o tempero do índio, as ervas trouxeram-nas os portugueses, e assim os condimentos fizeram a cozinha brasileira. Moveram oceanos, é verdade. Portugueses atravessaram muitos para alcança-los e deles também se fizeram muitos caminhos por terra entre a África e a Europa, e construíram impérios e até hoje são um prato cheio para combinar e acentuar sabor. Dos tradicionais, alho, cebola, vinagre e pimenta até os especialíssimos, os condimentos chegam para todos os pratos para garantir nutrientes e um toque especial no preparo e um ganho sem tamanho à mesa. Carnes e molhos dão graças a Deus por eles existirem. E assim aroma, paladar e consistência dos pratos lhe devem muito, e o sistema digestivo agradece, pois auxiliam a digestão.

Devem ser utilizados para destacar o sabor, jamais para sobrepor. São coadjuvantes necessários. Utilizam-se durante o preparo ou já no prato pronto. De acordo com o dicionário, condimento, tempero e especiaria são tudo a mesma coisa: substâncias aromáticas de origem vegetal que vão conferir ou realçar o sabor do alimento. Apresentam-se em sua maioria em pó. No Magazzino destacamos alguns como o açafrão, bem amarelo, que confere a sua cor ao alimento, muito utilizado em receitas com frutos do mar, aves, risotos e na paella. E outros nem tanto conhecidos, como o Dill, também utilizado em receitas com frutos do mar, bem aromático e saboroso; o estragão, que serve bem para aromatizar vinagres, e é coqueluche na culinária francesa; o Kumel que os alemães não deixam faltar nas suas saladas de batata e no chucrute; pimentas do reino, a branca menos picante, vai bem à composição de molhos brancos; e uma especiaria que parece mistura de canela, cravo e noz-moscada, a Pimenta da Jamaica, que dela põe-se em carnes, frangos e até doces. O mais, Tomilho, Zattar, Zimbro, Pinholi, Cardamomo, Flor de Sal, Ervas de Provence, entre outros, você confere na seção nossa loja, condimentos.

 
 
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Escondidinho Magazzino

O Magazzino ao estrear o escondidinho na sua linha de Pães & Massas escolhe uma receita típica com recheio atípico; na versão Magazzino, camarão ou bacalhau vem escondido no meio da massa de batata inglesa e mandioquinha, um pure mole e cremoso, a semelhança de um suflê com queijo de mussarela e parmesão. É ideal para servir como entrada ou prato principal, e completo porque carboidrato e proteína estão bem combinados, e basta esquentar no forno convencional ou microondas, preparar uma apresentação digna e acompanhar com uma salada enriquecendo o prato em cor e em sabor. Para arrematar, vinho! Quinta de Azevedo Verde para o de bacalhau, Viu Manent Reserva Sauvignon Blanc para o de camarão, ou também Ruca Malen Reserva Chardonnay para quem prefere um vinho mais untoso. As porções são de 400g gramas.

 Divulgação
 
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Porta vinho Especiário para Magazzino

Tem a cara do Magazzino. Tramado com fios de linha rústica, acabamento interno em cetim é uma peça exuberante em cor e textura. As alças nas opções couro ou camurça e plaqueta em couro ou metal com assinatura Especiário. Disponibilíssimo na nossa loja.

 
 
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Lasanha à Magazzino

Em camadas de folha de massa, faz a boa mesa como um legítimo prato da cozinha italiana batizado lasagna, é do tempo dos gregos e dos romanos que já a devoravam;  porta-se em camadas alternada entre massa, molho e recheio e leva queijo que derretido quando assa ao forno, deixa-a assim cremosa, e nesta toada o Magazzino ao incrementar a sua linha de Pães & Massas escolheu cinco sabores para cair no gosto da boa mesa: vegetariana, em que a abobrinha e a berinjela grelhadas fazem as vezes da massa, azeite e queijo mussarela; a tradicionalíssima bolonhesa, que foi como a lasanha ganhou fama e faz a mesa, camada de molho a bolonhesa, massa da lasanha, presunto, mussarela e molho branco, e assim, camada a camada, o sabor vai se distribuindo; mas para quem preferir fugir do tradicional, frango com milho verde é uma joia, leva peito de frango desfiado, creme de milho verde e queijo mussarela; e para o gosto da terrinha, a lasanha de carne de sol é super! Em porções de 400g, serve duas pessoas, e se quiser um vinho, sugestões na nossa adega!


Divulgação
 
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Charcutaria Magazzino

Linguiças, salames e presuntos, conhecidos embutidos, são charcutaria. Nome que pode parecer feio, mas é de coisa muito gostosa. Vem do francês, embora a tradição seja italiana. Significa o que é, carne cozida, que os italianos chamam salumeria. Seu mestre é o salumiere, mestre em um ofício que na Itália, sua casa e berço, passa de geração para geração, este é o profissional responsável pela seleção e manuseio das peças e que quando muito esperto ainda é o senhor dos antepastos. São eles que advertem que salame é coisa de se cortar de faca, mas presunto é fininho como uma lâmina; também a mortadela deve passar pelo fatiador, vítima de um crime no Mercadão de São Paulo, o mestre salumiere é quem adverte, três fatiazinhas bem fininhas em pão italiano é que garante o contraste do sabor, va bene, e não dois quilos de mortadela em pão francês, crime em mesa de bom gourmet mesmo que alegria de glutão.

A arte de fazer embutidos, ou melhor, charcutaria, é um processo tradicionalmente artesanal e pode levar de três a seis meses para curar a carne e virar uma dessas belezinhas que a gente petisca por ai com muito bom gosto e sabor. Na Itália, pais de origem, salames e pancettas são preparados com carne de gado ou porco, temperados com ervas frescas que entram na composição. Na nossa terrinha é o que todo mundo chama de frios a que se junta um queijinho pra fazer noite de queijos e vinhos. No Magazzino, a mortadela Ceratti é a preferida pra fazer um sanduiche com o nosso pão italiano, e na receita do mestre, o exagero é do Mercadão. Aqui ainda oferecemos as opções temperadas com picles, azeitona ou pistache. De salame tipo italiano e a Copa, produção artesanal do Rio Grande do Sul, o Milano vem de Portugal, de textura mais tenra e sabor mais apurado. De surpresa Magazzino, segredos da nossa cozinha, ao Presunto de Peru, Frango e Blanquet damos o toque especial da casa acrescentando temperos especiais para realçar o sabor.

Dos Presuntos Crus pode escolher no balcão da loja por país de procedência: Itália, Espanha ou Portugal, o gosto é seu, freguês. Caso queira uma provinha de cada, recomendamos nossa Tábua de Frios, que é montada com cinco tipos queijos e três tipos de embutidos, sempre fatiados na hora da montagem, pra garantir a qualidade que é mais um item marca registrada da casa. Para acompanhar, não tem segredo nosso, é vinho! Sugestão de Marcelo Chianca é harmonizar com vinhos tintos leves a exemplo do Viu Manent EC Carmenere e Viu Manent EC Malbec. Para os embutidos mais picantes recomendam-se vinhos mais encorpados e tânicos, aqui se anotam o Secreto Syrah e o Aquitania Reserva Cabernet Sauvignon.

 
 
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Balas de Leite da Vovó

De receita de família e para todos os momentos, pra agradar como um mimo de presente, pra adoçar as festas de criança e se esbaldar a qualquer hora, porque é sempre preciso doce na vida. Uma receita da vovó que ganhou embalagem, rótulo e pontos de venda. Uma latinha enfeitadinha com a cara das coisas da vovó, fita, pano de bolinha e um segredo que se abre quando gira e vê que lá estão elas, as balinhas de leite. Os ingredientes estão no rótulo, não há segredo nenhum, só sabor que se descobre quando se começa a mastigar na boca. 
É uma revelação. A balinha fica na boca como um confeitinho que vai despertando aos poucos o sabor de mel. E estão com tudo para todos os momentos porque é doce pra vida, seja com aquele cafezinho no final de tarde, seja pra presentear a quem se gosta, seja pra servir na festa, no escritório, e sempre pra distribuir sabor e agrado, um sentimento da vovó e que é de toda família. As balinhas de leite da vovó estão por ai espalhando sabor, em diversos pontos de venda e, claro e evidente, no Magazzino. Para saber mais www.balasdavovo.com


 


 

 
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A mulher e o vinho

Apreciadoras, críticas de vinho, enólogas, sommeliers, proprietárias de vinícolas, distribuidoras e delicatessens,  diretoras de revista, jornalistas especializadas, consumidoras. As mulheres pertencem ao mundo do vinho. Fazem as escolhas da compra ao pedido no restaurante, com conhecimento e bom gosto. Dispensam a taxação de que mulheres só gostam de vinhos leves e doces, e apreciam o vinho em sua complexidade e diversidade. Não é a contra gosto que o Magazzino oferece um brinde às mulheres e ao vinho elencando os espumantes de sua adega em sua homenagem, com destaque para um em especial, reservado à celebração de sua presença no mundo do vinho, o Astoria Luxury, um espumante italiano especial e de produção limitada. Afinal, é graças a uma mulher, Nicole Barbe Ponsardin, a jovem Veuve Clicquot, que hoje o champanhe existe, é também graças ao pulso firme de uma baronesa, a Baronesa Philippine de Rothschild, que se bebe um dos melhores vinhos do mundo. O mundo do vinho foi sempre todo delas.

 Degustação na vinícola Viu Manent, Chile
 
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Tâmaras recheadas sabor Magazzino

Além de saborosas, lenda. Consumidas como alimentos há tanto tempo, não se sabe mesmo de onde vieram, embora se acredite que seja do norte da África, mais precisamente de um oásis na região desértica. A tamareira é uma espécie de palmeira de médio porte que se encontra em países como Egito, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Iraque. São inúmeras as suas qualidades medicinais: as fibras que a compõem auxiliam no bom funcionamento do intestino; fortalece o organismo evitando gripes, viroses e outras afecções do sistema respiratório e urinário; contribui no combate à anemia e problemas hepáticos.
Ricas em fibras, de sabor agridoce, altamente calóricas e calmantes, as tâmaras iranianas ganharam o sabor Magazzino. Recheadas com queijo de mofo azul da Dinamarca elas se tornam aperitivo simples, mas delicioso e requintado, com todos os atributos para acompanhar com maestria espumantes brut, moscatel e demi-sec, no caso de serem servidas como entrada; e/ou vinhos licorosos ou do Porto, quando forem servidas ao final da refeição, como sobremesa. Nossas sugestões de queijos para rechear tâmaras e não correr riscos de errar na combinação é sair-se com roquefort, gorgonzola e stilton.

 
 
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Espumante e harmonização

Do aperitivo, passando pela entrada até a refeição principal, o espumante está em todas. Sua boa acidez, frescor e leveza desperta o apetite. Acompanhando comidinhas leves, serve sem frescura como entrada e se sai bem melhor que a cerveja, que sacia logo o apetite, e as bebidas muito alcoólicas, como o conhaque ou o uísque, que amortecem as papilas gustativas, privando do prazer que o sabor da comida proporciona. Caem maravilhosamente com frutos do mar in natura, como ostras, caviar, salmão defumado, mariscos crus ou em conserva. E até mesmo sai-se bem com pratos quentes à base de pescados, massas de sabor suave e aves de carne branca, especialmente com manteiga ou molhos brancos, como o tradicional Béchamel, aqui a dica é o espumante brut ou nature. Os espumantes doces são para patisserie (biscoitos, tortas e bolos doces, recheados ou não com cremes de confeiteiro - a l'ánglaise); os moscatéis, acompanham frutas de polpa clara (pêra, maçã, pêssego e melão) e frutas secas (tâmara, figo, damasco) recheadas ou não e molhos doces e salgados. E não tem mistério, aprecie.

 
 
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O vinho espumante

Espumante, champanhe, cava, prosseco e lambrusco –  Marcelo Chianca esclarece: todos são vinhos e lá se vão as semelhanças e diferenças. O espumante é todo vinho que é produzido aprisionando o gás carbônico originário da fermentação da uva. Pode ser obtido pelo método charmat, quando o processo ocorre nos tanques de fermentação; ou pelo método champenoise, quando o processo ocorre na garrafa. Todo vinho obtido por este processo é espumante, inclusive o afamado champanhe, que é o espumante produzido exclusivamente na região de Champanhe na França. As uvas mais utilizadas para produção de espumante são Pinot Noir e Chardonnay. O espumante pode ser branco ou rosé e são classificados pelo tom de doçura: demi sec, brut, extra brut, nature ou moscatel. O frisante é um vinho gaseificado de forma artificial, e não pelo processo natural de fermentação da uva, geralmente é um vinho simples e barato; pelo sabor adocicado, agrada aos iniciantes. O prosseco é um tipo próprio de espumante produzido com a uva italiana glera; também o lambrusco é um tipo de frisante italiano. A cava é um espumante produzido na Espanha com a uva macabel, que resulta em vinhos tão bons quanto os champanhes. Encontre o seu espumante na nossa adega.

 
 
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Conversas sobre vinho, arquiteto Mário Araújo

Mário Araújo, arquiteto e querido de toda gente. Gourmand, profissional de destaque e sucesso que esteja onde estiver, Nova Iorque, Milão, Belo Horizonte, Roma, São Paulo, Madrid, Natal, pelo mundo ou em sua casa, pode ter certeza que, na sua fé de andarilho, Mário atuará como um observador atento dos costumes, dos hábitos, dos movimentos, da matéria da vida, pois sem vida, ele nos conta, não se faz a arquitetura. A arquitetura é o espelho da nossa sociedade e representa o espelho das nossas mudanças, em síntese é o que Mário nos conta quando chegou para tomar um vinho no Magazzino, degustar nosso pane e falar sobre arquitetura, mesa, hábitos, viagens, crenças e, sobretudo, vida. Marcelo Chianca recebe Mário Araújo, e se tece uma conversa de mesa no sonho de varanda. Registram-se a presença animada do chef Daniel Cavalcanti e de Verônica Chianca.

In door e out door. Nunca dois espaços estiveram tão demarcados e conjugados como na arquitetura contemporânea. Os hábitos, a vida na cidade e o sossego de se estar dentro de casa e na rua é o aconchego da varanda. Seja na casa, em um pequeno jardim, ou nos edifício de apartamento, debruçada para a cidade, a varandinha se tornou o centro da vida em família e dos amigos, um uso para noite ou finais de semana, em mesa de vinho, para receber os amigos, preparar aquele prato com as próprias mãos e se deixar ao repouso de estar em casa e receber. Esta é uma benesse da vida moderna que a varanda consagrou. Mário Araujo descortina a arquitetura como vida e adverte, nada surgiu da noite para o dia. É a correria do dia-a-dia, uma vida profissional que empurra para a rua e a necessidade de construir a vida como encontro que faz da varanda a arte do encontro, da comida, bebida, petiscos, doce, das conversas, do vinho. A cultura do vinho, o presunto de Parma, o bom queijo, as pessoas têm as suas adegas em casa que representam o consumo do vinho quando ele faz parte da vida.

Em um país tropical como o nosso, o vinho precisa de refrigeração por isso a adega é necessária, porque o produto vinho exige para sua conservação. Queijo não precisa ir pra geladeira? O vinho também tem que ter condições ideais de conservação. Uma adega pode cumprir sua função de servir para armazenar e conservar o vinho e se adequar à ambientação da casa. Seu espaço na casa é o hall perto da sala de jantar, se um apartamento não tão grande no home cinema ou na sala de jantar. O vinho em casa é um sinal da universalização do seu consumo e da sua apreciação como elemento congregador e promotor da vida, vinho é alimento, persevera Marcelo Chianca. As pessoas viajam muito, conhecem outros centros urbanos, modos de vida, design, produtos, necessidades, os hábitos se tornam globalizados e as necessidades também. O homem vive entre o refúgio da casa e a vida na cidade e cada vez mais preza pela construção do seu lar. E não basta muito, basta o básico e o prazer de se receber. Quem cozinha, tem o prazer de preparar um prato, e para preparar o prato, precisa de um espaço que a arquitetura pode proporcionar e desenvolver, tudo isso gera uma necessidade para a arquitetura, a necessidade do bem-estar. Conforto é tão somente ter prazer e proporcionar prazer a que se agrega a despretensão do vinho no sossego da varanda.

 
 
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Pequeno tratado sobre o vinho do Porto

O primeiro vinho consumido no Brasil era português e vinho do Porto. E assim o Porto aqui chegou com o pé direito para nunca mais partir. Era costume da casa: “aceita um calicezinho de Porto?” A princípio era de tomar de cálice e servido após a refeição como digestivo, tomado puro. E assim se espalhou pelo Brasil para ganhar o gosto de todo mundo, porque docinho e que cai bem com frutas secas e doces a base de chocolate, isso o Porto tinto. Porque há também o Porto branco, pouco difundido, mas também esplêndidos, nas versões seco e na versão licoroso pra tomar resfriado, todos eles a 12 graus, recomenda-se para bem servir, pois que é a temperatura que acentua o sabor agradável; se, mais elevada, acentua-se a graduação alcoólica e diminui o prazer.

O Porto é um vinho cuja graduação alcoólica está entre 19% e 22% vol, é um vinho a que, diferente dos tradicionais brancos e tintos, se adiciona o conhaque (cachaça de uva) ao processo de fermentação. É o álcool acrescentado que interrompe o processo de fermentação e garante ao vinho o seu sabor adocicado, natural da uva. Sua descoberta, como a maioria dos sabores da vida, foi ao acaso. Os ingleses, no século XVIII, que já eram consumidores ávidos dos vinhos portugueses, resolveram adicionar  conhaque ao vinho para que não se estragasse, e assim nasceu o Porto como hoje é. Produzido numa região específica do Porto, nas encostas do alto vale do rio Douro. A colheita começa no fim de setembro e mais de quarenta variedades de uva são utilizadas na sua produção. Em destaque: a tinta Barroca, a Cão, a Touriga Francesa e a Nacional. Para o branco, as uvas Gouveio, Malasia Fina, Viosinho, entre outras. Uma curiosidade do Porto é que as uvas não aparecem nos rótulos.

Cultivado nas Quintas, vinícolas familiares e mais que centenárias, as uvas até pouco tempo eram pisadas em tanques chamados lagares, hoje o trabalho é mecanizado, há uma prensa que simula o movimento continuo dos pés; depois é armazenado em tanques para fermentação. Então, passa a um segundo tanque de fermentação quando é acrescentado o conhaque, e segue para os toneis de carvalho para envelhecimento, e daí para os armazéns na cidade de Vila Nova de Gaia às margens do Douro e em frente a cidade do Porto. O vinho é então armazenado em pipas (barris) de 550 litros. Produzem-se duas categorias de Porto tinto: os que se desenvolvem na garrafa; e os envelhecidos em madeira.

São os tintos: Vintage, produzido com vinho de uma mesma safra, envelhecem na garrafa; Tawny, que envelhece em casco por oxidação, assume uma cor mais aloirada, por isso este nome; Tawny envelhecido, mistura de vinhos maturados em tonel, quando mais velho mais claro e delicado; Ruby: frutado, cor vermelho forte, sofre pouca ou nenhuma oxidação; e o LBV (Late Botlle Vintage): vinho declarado de safra excepcional, de uma mesma safra maturado em carvalho entre 4 e 6 anos. O processo de oxidação acontece nos barris de madeira, porque permitem a passagem do ar, portanto, é um vinho que, por já ter entrado em contato com o ar, após aberto tem um maior poder de conservação, por isso pode ser guardado após aberto por dias e até semanas.

No Magazzino, você vai encontrar todos os tipos de Porto, da casa Offley, uma das mais tradicionais, antigas, e para lá de centenária, fundada em 1837, por Willian Oflley, inglês, a quem se associou o mais afamado produtor de vinhos e conhecedor da região do Douro, J.J Forrester que, conta a história, morreu em um naufrágio no Douro porque levava atada a cintura toda a sua fortuna em pesadas moedas de cobre e ouro, enquanto as damas que viajavam na embarcação sobreviveram em razão das armações de metal dos seus vestidos terem-nas feito flutuar. O vinho do Porto não só registra tradições, como guarda histórias e lendas. Indica-se provar e apreciar os Portos Offley Magazzino e fazer também parte da história. Recomendados pelos melhores guias de vinho, e atestado pelos mais respeitados enófilos, é de estar presente em toda boa e certa mesa em que reinem a família e os amigos. Para servir, uma taça estreita na boca para guardar os aromas do vinho, uma dose de 50 ml está de bom tamanho.

 
 
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