As escolhas de Jorge Lucki

“Meu maior objetivo neste espaço, e fora dele, foi contribuir para expandir a cultura do vinho no país, me posicionando contra qualquer tipo de elitização. Minha esperança é que os sérios e honestos – importadores, produtores nacionais e comerciantes do setor– vençam e progridam. Sempre deixei claro que não sou sócio nem tenho interesses comerciais em nenhuma importadora, assim como não tenho predileção por vinhos de algum país específico. Não recebo garrafas de presente, da mesma forma que nenhuma das tantas viagens que faço é coberta por importadoras, vinícolas ou negociantes. Integridade e isenção, para mim, são valores supremos”. Assim começa Jorge Lucki, um dos mais renomados especialistas em vinho do Brasil, a tecer a sua última prédica do ano em favor do vinho, Jorge escreve com a paixão e a convicção de quem prova o que gosta, de quem respeita e entende o vinho e de quem acredita que vinho é simplicidade, é vida.

É fácil acompanhá-lo nas suas colunas na revista Prazeres da Mesa e jornal Valor Econômico ou ouvi-lo na rádio CBN, algumas de suas crônicas e artigos reuniu em livro “A experiência do gosto” (2010). Sobre a sua trajetória e o vinho, escreveu: “O vinho foi muito importante na minha vida. Aprendi a ser mais sensível, ser mais humilde e a me aproximar mais das pessoas. Vinho é, verdadeiramente, um exercício comunitário e uma contínua lição de humildade”. Para a sua última coluna, uma seleção dos vinhos que provou em 2012, alguns deles, na adega do Magazzino. E como Jorge, é as pessoas, e a vida, que dedicamos também esta postagem: “o verdadeiro mundo do vinho é composto de gente sensível e movida pela paixão – e que humildade é um dom inexorável. No fundo, o que faz o verdadeiro mundo do vinho ser tão sedutor e interessante são essas pessoas especiais. É a elas que dedico esta coluna”.

Os melhores 2012, Jorge Lucki no Magazzino
Novo mundo
Aquitania Reserva CS 2010; Domus Aurea Cabernet Sauuvignon 2007; Sol de Sol Chardonnay 2008, Vina Aquitania; Portillo Malbec 2011; Punta de Las Flechas Malbec 2009; Flechas de Los Andes Gran Corte 2008; Carrau Tanat de Reserva 2009
Velho Mundo Chateau de Mauves, 2009; Les Granges des Domaines Rothschild 2009; Chablis Domaine Sainte Claire 2009; Château Saint Estève d’Uchaux Côtes-du-Rhône 2010; Le Haute Févrie Muscadet de Sèvre Et Maine Sur Lie 2010; Le Orme - Barbera d’Asti DOC Superiore 2009; Castillo Perelada 3 Fincas Crianza 2007
 
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Espumante, preparar e servir



Jamais estourado, com estalo e explosão. O espumante deve ser servido de forma cuidadosa para que se preservem a qualidade e o sabor. Retirar o invólucro de forma cuidadosa, desenrolar o anel até o ponto suficiente para afrouxar a rolha, retirar a cápsula, inclinar a garrafa 45 graus. Prender a cabeça da rolha e girar levemente a garrafa até que a rolha comece a se soltar. Aberta a garrafa sem alarde, servir uma pequena quantidade, mais ou menos um dedo. Assim que a espuma baixar, completar no máximo 2/3 da taça. Assim se conserva as borbulhas, que é o gás do espumante, garantia da temperatura e do sabor. Atente, na hora de escolher, para um espumante de boa qualidade, a única garantia de um espumante de baixa qualidade é dor de cabeça e mal-estar no dia seguinte.

Uma forma de identificar um bom espumante é prestar atenção, ao abrir a garrafa, nas bolhinhas se sobem de forma constante e frequente. Devem ser constantes e pequenas, ensinam os entendidos. Quanto menor a bolha, melhor o espumante. E não confunda espumante com lambrusco. Lambrusco não é espumante, é frisante. O gás que o produz não é natural, e sim, injetado; enquanto que o gás do espumante é natural vem do processo de fermentação da uva. Espumante também é diferente do champanhe. O champanhe é produzido numa região específica da França, a de Champanhe, é um vinho bem mais encorpado que o espumante. O espumante é um vinho fresco, vai bem do começo ao fim das celebrações. Rima e concorda com festa e nelas é servido sem erro. Os espumantes brasileiros ultimamente bastante festejados e de reconhecida qualidade são uma ótima pedida. Conheça os espumantes na nossa adega.


 
 
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Um Feliz Natal Magazzino



No dia 25 o bom velhinho deve estar prostrado, imagine o tanto de chaminé, a condução correta do trenó, e o ano todo administrando a fábrica de brinquedos, separando as cartinhas, atividades mil para que tudo saia perfeito e todo mundo tenha um Natal feliz de alegria e prosperidade, bastidores do Natal que só se realiza porque a sua chegada é da esperança, da felicidade e do encontro, e por isso tudo isso vale a pena. Outra não é a realização da equipe do Magazzino no dia 25. Quantos Natais não foram feitos com a ceia Magazzino, o vinho, e a reunião da família, imaginar que cada luz acessa na noite da cidade marcava um encontro, uma reunião de família. Em 2012 não poupamos esforços, no Natal redobramos a força, para não deixar que nenhuma dessas chamas não fossem acessas, e assim que fosse feito um Natal de alegria, e muita vida, porque como todos os dias Marcelo Chianca ensina: vinho é vida.
Um Feliz Natal Magazzino!,
são os votos de todos que fazem o Magazzino
 
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Magazzino para acompanhar o seu espumante

Fim de ano rima com frutas secas da melhor qualidade. Os damascos e figos secos estão macios e graúdos; as amêndoas, castanhas e nozes estão crocantes, claras e inteiras. Associadas aos queijos brancos e de massa mole como o Cablanca e o Gouda ou o Maasdam, que tem um toque adocicado, chamam o espumante fresco e geladíssimo para rebater o calor do verão. Do nosso cardápio especial de Natal harmonizam com espumante as quiches, o salpicão, o filé de salmão e o tender com compota de abacaxi. No nosso balcão, as mousses salgadas que, com sua delicadeza e associadas a torradas e grissinis são especialmente indicadas para as pessoas que pretendem prolongar as comemorações natalinas ao redor da mesa. 
Em nossas cestas para presentear, os amendoins, os patês de foie, as delicadas sardinhas portuguesas, o atum equatoriano, o polvo espanhol em azeite, etc, harmonizam com os espumantes brut. Se a opção for os espumantes demi-sec ou moscatel, tire da cesta o biscoito folhado e a geléia de damasco, os biscoitos amanteigados Casa Suiça, o pêssego em calda, a barrinha de doce de leite Doña Magdalena, o bolo suíço de frutas e o panetone. Se partirmos para as prateleiras da loja, as opções para encaixar as peças desse quebra-cabeças multiplicam-se indefinidamente. Confira os nossos espumantes, as delicinhas da nossa loja e os itens dos kits e cestas.

 
 
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Magazzino, a fábrica dos sonhos

Conta a lenda e registram os contos do Natal que Natal é mágica, encanto, festa, celebração, reunião e família. Conta a lenda e registram os contos do Natal que o Natal se constrói em mágica e em fábrica de sonhos quando um universo de gostosuras, sabores, temperos, novidades, acepipes e apetites se encontram entre laços de fita, caixas adornadas, papéis brilhosos, luzes e guirlandas. Conta a lenda e registram também os contos que o Natal se faz pelas mãos de quem junta, recolhe, organiza e prepara, e com o espírito do Natal, generosidade e amor labuta a confecção do sonho em kists, cestas, panetones, bolos suíços, vinhos, e tudo ganha forma e cor de Natal na fábrica dos sonhos Magazzino.


 
 
 
 
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Kits e cestas item por item

 
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Harmonização, Magazzino na CasaCor

Casa é abrigo, refúgio, espaço de convívio, sossego, é porto seguro, ninho. A uma casa não poderia faltar jamais o espaço da cozinha, hoje contiguo à sala, ou presente na sala, as cozinhas gourmet, pois o ato de preparar o alimento hoje se reconhece como tão importante quanto o de partilhar a refeição à mesa. Foi com esta proposta de conversa no pé da cozinha que o chef amigo Angelo Medeiros elaborou um cardápio especial, saboroso, requintado e prático e reuniu uma turma de convidados na cozinha da CasaCor para cozinhar, conversar e porque não harmonizar com um bom vinho. Marcelo Chianca trouxe o vinho, Angelo escolheu o cardápio, o resultado não poderia ser outro que de sabor a mesa e celebração, tão bom quanto almoço de família, tão agradável quanto um jantar entre amigos.

O cardápio e os vinhos
O Chef apresentou como primeiro prato Linguini crocante com ragú de lula e pesto de manjericão. Provado e devidamente aprovado pelos convivas que assistiram a confecção do prato no passo-a-passo. Angelo apontava cada ingrediente, o seu valor na receita, a textura, os cuidados na apresentação do prato, confirmando também que à vocação de chef acompanha a de professor. Marcelo trouxe um vinho branco jovem, Rutini Cruz Alta que caiu bem com a proposta do fruto do mar. O segundo prato, Peito de pato com batata palha, molho de foie gras e pêssegos glaceados, uma receita que o chef trouxe do restaurante Bravin em São Paulo/SP, e que recebeu nada menos que todos os elogios, merecidíssimos, a textura, o sabor, que se completou com o vinho tinto, malbec, argentino, Rutini Cruz Alta Malbec sugestão de Marcelo Chianca para abraçar a carne do pato. Simplesmente divino. E foi no meio de tanta conversa agradável, que é estar com Angelo e Marcelo, que a noite se encerrou na Casa Cor com sobremesa: Tiramisú de framboesa com crocante de pistache. Um sabor indescritível! As receitas, no blog do chef: www.pratoperfeito.blogspot.com

MagazzinoCasaCor
 
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Magazzino, melhor carta de vinhos Veja Natal

Sétima edição da Veja Natal Comer e Beber 2012-2013, dedicada aos restaurantes, bares, comidinhas, etc, elege o Magazzino como a melhor carta de vinhos da cidade. Um brinde ao natalense e ao turista que pode descobrir e encontrar os sabores da cidade. Um guia que se propõe a "filtrar as melhores casas de cada setor", como bem pontua o seu editor Ricardo Castanho. A edição está nas bancas e nela você vai encontrar comidinhas para todos os gostos e nos quatro cantos da cidade. É para se deliciar.

O Magazzino assim reconhecido reafirma o seu compromisso e a sua cultura de ofertar produtos e serviços baseados na cultura do vinho. Tudo no Magazzino gira em torno do vinho. Em nossa loja, há também tudo que envolve a cultura gastronômica, queijos, embutidos, massas, congelados. Um ambiente feito para quem quer comprar produtos diferenciados, desfrutar de bons vinhos, presentear de forma surpreendente ou apenas um lugar para aprender um pouco mais sobre a cultura enogastronômica. Visite a nossa loja, acesse o nosso site, e encontre o sabor que você procura.


 
 
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Vamos ao Seridó, apontamento sobre um jantar

a Júlio Anselmo

O sertanejo sempre tomou vinho, disse dona Auxiliadora que é de Caicó, Sertão do Seridó, era vinho do Porto servido em cálice que nem sabe ela nem ninguém como chegava por lá naquele meio de mundo. E uma turma de apreciadores de vinho que viaja o mundo, o Brasil, e todo canto do mundo, pousou em Natal para justamente saber como seria a comida do sertão acompanhada de vinho. Na noite, no Ancora Caipira, bem no miolo de Petrópolis, uma turma de para lá de um cento e tanto de gente brindou a vida, o sabor e conheceu a culinária do sertão no seu sabor e com vinho para acompanhar, foi uma experiência de primeira, incomum, e muito gostosa. Os vinhos, do Magazzino, escolha do compadre Marcelo Chianca.

Posso contar e ninguém há de acreditar, mas Ova de Curimatã se come com vinho, e no Sertão só se achava que tudo que se come é só com farinha. O gosto de terra da Curimatã que se alimenta e vive no barreiro foi cair com o vinho branco, e todo mundo achou bem; depois, o queijo coalho assadinho, assadinho, que o pessoal do sul chama tostado, e ai entrou o gole do vinho branco. Juntos, o queijo perdeu o estalado seu crec crec, ficou silencioso banhado pelo perfume do vinho. Misture assim que você vai ver! Nas mesas o tanto da gente conversando conversa franca, animada, porque em torno da mesa e do vinho é assim, as pessoas celebram, por isso, o povo do vinho faz confraria, coisa que não se nega e se comprova sim senhor o vinho congrega.


Um cordel carta de vinhos, com informações sobre a culinária regional, os pratos e os vinhos, no prato a afamada Ova de Curimatã, na taça, vinho branco!


Nestes encontros, a turma assunta de vinho, se era de descer bem, como é que estava o aroma, e também sai lembranças de muito gosto, muita gente viu o queijo coalho e lembrou do melaço da cana como um conjunto sem igual, uma saudade de gosto. Até que chegou o escondidinho de carne de sol, pois bem, foi encontrar com o vinho tinto na taça que caiu foi bem porque é forte como a carne de sol do sertão! Era um blend, uma mistura de uma ruma de uva, Malbec, Syrah, Merlot. Um dos cabras achou bom pra danado disse que rimou bem com a nata do escondidinho, porque harmonização é isso, é saber se a comida e o vinho casam, se descem bem para o seu paladar; outro, que o vinho por não ser muito forte e a carne ser amanteigada ficou muito do porreta a harmonização. Quando menos se esperou o cheiro inebriante de um pernil de bode assado invadiu o salão, daqueles de sucesso como de banquete em festa de tio padre, pois bem, e o vinho foi tinto, passado por barril.

E assim foi a noite, todo mundo descobrindo, cada um com o seu gosto, porque como o sertão, dizem por ai, cada um tem o seu, e assim também como o sertão é de todo mundo.

E tudo se amarrou com o doce final, lá no alguidar de barro todo ancho, escurão porque doce de coco com rapadura, e junto ao queijo derretido e mais um vinho mais de sobremesa e ai, meu compadre, minha comadre, todo mundo se fez, porque o negócio ficou mesmo aprumado. Todo mundo chegou a conclusão que é coisa nova harmonizar vinho com comida regional. Com comida da Europa é mais fácil, porque lá já se faz isso tome muitos séculos na moleira, então os sabores já estão encontrados, como a nossa tapioca com cafezinho já é harmonização consagrada, pra ajustar um parâmetro. E pra encerrar, aplausos, muitos, demorados, para a turma da cozinha que caprichou em tudo, e a turma do salão que não deixou que nada fosse servido sem que fosse nos conformes. O vinho é mesmo muito arretado rimou até com o sabor do sertão, e trouxe uma coisa também muito dele: generosidade e reconhecimento pelo valor do homem. O recado final é um abraço pro Erick, pro Júlio e a turma dos vinhos, vocês saem pelas estradas em busca de vinho, conhecendo gente, provando os quitutes, e isso é mesmo, não outra coisa, que saber viver.

 Na cumbuca o escondidinho, na taça um vinho tinto arretado, uma combinação de primeira!
 
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Pratos especiais Magazzino, Salada de bacalhau

O Bacalhau surgiu na Islandia e na Noruega no século IX. Os vikings pescavam o peixe gadus morhua que habitava em abundancia os mares gelados. Na inexistência do sal, eles apenas secavam o peixe para garantir maior conservação. Essa prática evoluiu na costa da Espanha onde o peixe passou a ser salgado e depois seco nas rochas ao ar livre. Nutritivo, pobre em colesterol e em gordura, rico em proteínas e de conservação longa, o bacalhau conquistou o mundo rapidamente.


Salada de Bacalhau Magazzino

No Brasil, durante muitos anos, o bacalhau foi um alimento barato, sempre presente nas mesas das camadas populares. Era comum nas casas brasileiras o bacalhau servido às sextas-feiras, dias santos e festas familiares. Após a 2ª Guerra Mundial, com a escassez de alimentos em toda a Europa, o preço do bacalhau aumentou, restringindo o consumo às classes mais favorecidas. Ao longo dos anos foi mudando o perfil do consumidor do bacalhau, e o consumo popular do peixe restringiu-se, principalmente, às principais festas cristãs: à Páscoa e ao Natal.

A curiosidade em torno deste alimento está na discussão sobre a real existência do peixe bacalhau. Afinal, este peixe existe de fato? A verdade é que se entende por bacalhau o resultado do processo de secagem e salga de 5 espécies de peixe: Gadus Morhua, Gadus Macrocephalus, Saithe, Ling e Zarbo. Pela legislação apenas os dois primeiros poderiam usar a designação Bacalhau: o Cod Gadus Morhua, considerado o Legítimo Bacalhau, e o Cod Gadus Macrocephalus, o bacalhau do Pacífico. Os demais deveriam receber a designação "pescado salgado seco".

No Magazzino utilizamos o Gadus Macrocephalus para criar uma salada fria que poderá ser servida como entrada ou como petisco. Ao bacalhau desfiado acrescentamos batata, especiarias na medida certa, azeitona preta, grão de bico, maionese light e creme de leite light. O vinho para acompanhar? Fortes recomendações para os vinhos verdes: 1) Lagar de Cervera Albariño (Espanha – R$ 136,00), 2) Pionero Mundi (Espanha – R$ 77,00) e 3) Quinta de Azevedo (Portugal – R$ 72,00).
 
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Pratos especiais Magazzino, Lombo recheado

Mantendo a tradição de originalidade e qualidade, o Magazzino selecionou ingredientes que valorizassem ainda mais o sabor e textura da carne suína e criou o Lombo de porco recheado para enriquecer as ceias deste fim de ano.
A carne suína é uma das mais consumidas mundialmente. A de boa qualidade se reconhece pela cor rosa pálida e pela textura fina, firme e elástica sem excesso de umidade. É uma carne saudável principalmente pelo alto teor de proteínas. O nosso lombo recebeu recheio de linguiça calabresa, couve picada finamente, azeite e especiarias somados ao gostinho regional do queijo de coalho fresco, passando pelo forno em baixa temperatura.
O resultado: sabor e maciez inigualáveis!
Para harmonizar, sugerimos vinhos leves para uma carne branca e pouco fibrosa. Sugerimos três vinhos bem diferentes em suas características e faixas de preço: 1) Salentein Pinot Noir (Argentina - R$ 70,00), um tinto leve e muito bem elaborado; 2) Casa Ferreirinha Esteva Douro (Portugal – R$ 52,00), um vinho excepcionalmente gastronômico por um preço promocional que o torna uma aquisição imperdível; e o 3) Casas del Toqui Chardonnay (Chile – R$ 29,90) para aqueles que respeitam as altas temperaturas de dezembro e recebem muitos amigos.
Boas opções e tiro certeiro para fazer sucesso em uma reunião entre pessoas que merecem o que há de mais prazeroso na enogastronomia!

 
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Cestas e Kits Natal dos Sonhos Magazzino

Para o Natal, como todos os anos, o Magazzino compôs algumas cestas e kits apetitosos com o gosto, o sabor, tradição e qualidade Magazzino. São quatro opções de cesta, a Malbec com 10 itens; a Tannat com 13; a Merlot com 15, a Chardonnay com 18 e a Pinot Noir com 22 itens. Nas cestas delicinhas mil: vinhos, azeites, geléias, biscoitos, panetones, bolo suíço.
E dois kits: o Dueto com Panetone Argentino La Rioja e Espumante Nacional Dom Cândido CV Brut; e o Dueto Top, com Panetone Casa Suiça 500g e Espumante francês Paul Bur Brut, ambos apresentados em uma caixa decorada que é um charme. Confira na nossa loja os itens que compõe cada cesta, e na seção nossa adega a ficha técnica e características do vinho que comporão a sua ceia. Natal dos Sonhos é Magazzino!

ilustração 
 
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Evento, Dia do Macarrão no Magazzino

Magazzino e Michele Maisto, do Centro de Cultura Italiana Madrelingua, promovem a 13ª comemoração do Dia do Macarrão, quinta-feira, 25 de outubro, das 19h30 às 22h, 40 lugares disponíveis, à venda previamente no Magazzino ao preço de R$ 50,00 (cinquenta reais).
O evento conta de palestra com o Michele Maisto sobre a culinária e cultura italiana, apresentando o sabor e as curiosidades do macarrão e buffet com três entradas, que consta de dois tipos de bruscheta mais uma caponata, e jantar com três tipos de massas e três tipos de molho italiano. Para harmonizar meia garrafa de vinho Magazzino Boscato Chardonnay ou Dom Candido Cabernet/Merlot.

Dia do Macarrão
Quando: Quinta-feira, 25 de outubro,19h30 às 22h
Onde: Magazzino Vinhos & Cozinha
Palestrante: Michele Maisto, do Centro de Cultura Italiana Madrelingua
Número de Vagas disponíveis:40 lugares
Valor: R$ 50,00 (cinquenta reais), por pessoa
Menu. Entradas:dois tipos de bruscheta mais uma caponata. Jantar: três tipos de massas e três tipos de molho italiano. Vinhos:Boscato Chardonnay ou Dom Candido Cabernet/Merlot.
 
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Guía Descorchados premia Viu Manent

viumanent

Excelentes puntajes para nuestros vinos Viu Manent:
93 VIU 1 2010
93 Secreto Sauvignon Blanc 2012
92 Gran Reserva Malbec 2011
91 Secreto Malbec 2011
90 Secreto Carmenere 2011
89 Estate Collection Carmenere 2011
88 Estate Collection Malbec 2011

La revisión de los vinos rankeados será publicado en la versión 2013 de la Guía Descorchados y será distribuida en Chile, Brasil, Colombia y México.
 
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Escolha o seu azeite

Diante da variedade de ofertas e da exigência do consumidor, torna-se difícil escolher um bom azeite que custe cada centavo pago. Atento a esta questão, o Magazzino selecionou azeites de qualidade e ao gosto do freguês. O espanhol Perez Arquero (acidez 0,1%), verdadeira preciosidade gastronômica, o Minerva 0,5% - Grécia; o Casa de Bragança 0,5% - Portugal; e o Rafael Salgado 0,5% - Espanha, e alguns azeites da América do Sul.
Chile e Argentina estão tirando proveito das condições climáticas adequadas ao vinho e arriscando manter a tradição da associação de videiras e oliveiras, com isso, mostram ao mundo produtos de qualidade inegável. Sugerimos dois grandes azeites, chilenos, extra virgens, com acidez 0,2%, o Canepa e o Petralia. Todos disponíveis na nossa loja.

A oliveira, árvore da azeitona, fruto de cuja prensagem se extrai o azeite, foi uma das primeiras arvores a ser cultivada, há mais de 5.000 anos, no Mediterrâneo Oriental e Ásia Menor. O consumo não demorou a se espalhar pelo ocidente e se deve às múltiplas utilizações do azeite como alimentação, medicina e beleza. O extra virgem e o virgem, obtidos por prensagem mecânica, tem aroma e sabor impecáveis e apresentam, respectivamente, menos de 1% de acidez, e acidez abaixo de 2%. O puro é composto por azeite refinado e azeite virgem, menos de 1,5% de acidez. Fatores importantes na identificação do azeite: país de origem, cor, limpidez e variedade da azeitona, e o mais importante a degustação. Escolher o azeite que agrade ao seu paladar é uma tarefa que exige tanta dedicação e conhecimento quanto a busca por um bom vinho.

azeites
Seleção de azeites do Magazzino, disponíveis na nossa loja
 
 
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Harmonização

A harmonização é uma prática em que o ingrediente que se sobressai no prato é o que se deve procurar no casamento com o vinho. Segundo o enófilo Euclides Penedo Borges, o casamento vinho e comida deve ser uma soma em que dois mais dois deve resultar em cinco. Para saber se os sabores propostos agradam ao paladar, provar um pouco da comida, para sentir o sabor, qual o mais pronunciado, a textura, e depois provar mais um pouco já acrescentando o gole do vinho. É preciso juntar o vinho e a comida na boca ao mesmo tempo.
Se perceber que os dois cresceram juntos, então a harmonização foi perfeita e o prazer à mesa estará garantido. Saber a composição do prato, portanto, é ideal para acertar na escolha do vinho. No exercício é interessante entre um prato e outro (entrada, prato principal e sobremesa) limpar o paladar com um gole de água. A receita é sempre válida: tomar cuidado com o picante e o amargo, inimigos do vinho que se bem dosados não prejudicam a harmonização. Comida clara pede vinho claro; e escura, escuro. Comida suave, vinho leve. E comida fibrosa com vinho da mesma textura, encorpado e forte. 

prato e vinho

 
 
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Sobre o azeite

O azeite, assim como o vinho, tem textura, aroma, sabor e corpo. Feito de azeitona, usado como tempero, além de sabor, confere aroma à comida. Os mais valorizados são os mediterrâneos em razão do clima e do solo serem ideais para o cultivo das oliveiras. No entanto, não ficam para traz em igual qualidade, importância e tradição, os azeites portugueses, espanhóis, italianos e os chilenos. Azeite é saúde. Rico em vitaminas e em oxidantes naturais, facilita a digestão e é imbatível no combate ao colesterol, reduz risco de infarto e AVC, combate o câncer e as doenças degenerativas. Favorece a saciedade e é recomendado pelos nutricionistas para o alcance de uma dieta saudável. Entender de azeite é fácil. Classificado segundo o método de produção, pode ser virgem, extra-virgem e comum.

O extra-virgem é o de melhor qualidade sua acidez não passa de 0,8%. Os mais verdes apresentam um sabor mais frutado. Leves e doces, são ideais para temperar uma salada, legumes e as carnes brancas; os de sabor mais acentuados, casam perfeitamente com carnes vermelhas e cozidos. Até 1% é considerado azeite, acima disto é classificado como óleo. A qualidade importa mais que a acidez. O PH de cada um, da nossa boca, é que define o que é bom ao nosso paladar. Azeite é também uma questão de preferência. De sabor na boca. Difícil diferenciar a acidez, é coisa que o paladar não percebe, em compensação podemos reconhecer a sua “doçura”. O brasileiro aprecia o azeite leve que é o que você encontra nos azeites entre 0,1 e 0,8% de acidez. Também se come azeite, embora possa não parecer comum aos nossos olhos, com doce, com fruta, com queijo.



Azeite aromatizado
O italiano, parece, foi quem inventou o azeite aromático, é quem mais os aprecia. Simples de fazer, basta acrescentar qualquer erva fresca ao azeite. Hortelã, alho, pimentas do reino, branca, preta ou rosa. O azeite com alho, por exemplo, sempre cai bem regando um peixe na brasa. Há também os cobiçados (iguaria fina) azeites trufados, aromatizados com trufas, há o de trufa preta e o de trufa branca (azeites trufados você encontra no Magazzino).
 
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Prédicas de Marcelo Chianca, a simples arte de degustar

Degustar é comer prestando atenção. O Europeu há séculos já procede com esta prática, por isso a sua cozinha já tem o vinho que melhor ressalta os sabores do alimento. Um gole permite que se conheça o vinho, seus aromas, seu sabor. Se o vinho é ácido e fresco, por exemplo, característica de um bom vinho branco chileno Sauvignon Blanc, vai bem com uma comida cujo sabor principal também seja algo ácido e frutado. Se há presença de fruta no prato, por exemplo, e ela é predominante, o Sauvignon Blanc é uma boa escolha para esta combinação. Um vinho branco envelhecido, que é untoso, pesado, por outro lado, já não caberia.

Já se esta fruta está flambada e acompanha uma carne, mereceria, em razão da presença da carne que é pesada, forte, de sabor pronunciado, um vinho que respeitasse as características da carne e também não ferisse o doce da fruta. Um Malbec argentino seria a sugestão. Embora o Malbec seja um vinho seco, deixa uma sensação de doçura na boca. Por isso se afirma que não há vinhos, e sim há um vinho que melhor se encaixa numa determinada escolha. É preciso observar, além disso, se o vinho está nas condições ideais de conservação, temperatura, e certificar-se que provenha de um bom terroir e de uma boa vinícola, assim não haverá erro, e você terá a garantia de sempre encontrar um bom vinho a espera que se proponha harmonizações que respeitem o encontro entre a comida e o vinho.


 
 
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Encontre diversos produtos e sabores em nossa loja.

 
 
// Todos os módulos, exceto vinhos, terão o flash dos vinhos.