Relato de um jantar, noite de festa no Magazzino

Tudo a postos. O capricho de Marcelo e Veronica Chianca reside nos mínimos detalhes. A impecabilidade do seu serviço e a naturalidade com que recebem no Magazzino fazem de uma noite de festa algo muito simples, como receber amigos em casa. Por sina, a casa cheia, como sempre. E com a presença amiga de sempre, porque é do Magazzino sempre compor sabor entre amigos. Daniel do Cascudo Bistrô, numa parceira e amizade que se perde no tempo, na sua armadura de chef, cuidou de cada detalhe cujo mérito e vitória era a olhos vistos a cada garfada das maravilhas que prepara com muito esmero.

A começar pela entrada. Os dadinhos de tapioca, crocantes, não dispensam jamais a geléia de Mangaba que acompanha, alias, é quase dado de jogo, vicia o sabor, e combinado com um espumante que tem Estrelato, demi sec para harmonizar com o prato, no nome não se poderia se não preparar o espírito para a sucessão de manjares dos deuses que viriam. Assim se recepcionaram os convidados. Marcos Valduga, o convidado de honra, foi apresentado por Marcelo Chianca.


Entrada, Dadinhos de Tapioca com Geléia de Mangaba, criação do chef Daniel Cavalcanti

Marcos é da família que produz os espumantes Dom Candido na Serra Gaúcha há quatro gerações e é o seu diretor comercial. Marcos em sua fala começou por uma foto da familia, onde tudo começa no trabalho com o vinho, falou do pai, Dom Candido, que aos 82 anos ainda trabalha todos os dias e com paixão. E de cada um dos seus vinhos. De forma clara, instrutiva e agradável fomos conhecendo o seu trabalho e a história de muitas vidas em torno do vinho. Então foi o tempo que chegou com impecável apresentação de se dizer de comer com os olhos, o segundo prato da obra do chef Daniel, um Tartare de Atum.

Marcelo convidou-o logo a apresentar o prato, e com o espumante Dom Candido Estrelato Brut na taça fomos instados a perceber o quão a acidez do toque de limão do prato suavemente encontrava na boca a acidez característica deste espumante. Uma noite de degustação tem destas coisas, é um exercício para o paladar de forma prazerosa, com atenção, fazendo notar de forma individual, para o bel prazer e sensação de cada um, as sensações na boca, e assim descobrir um sabor que é um somatório de forças quando se combinam os alimentos, sim, porque é certo, e é preciso, não esquecer que o vinho é também alimento.




Na sequência, primeiro prato, Tartare de Atum; e prato principal: Peixe Bo-bo com Arroz de Coco e Crisp de Batata Doce, por Daniel Cavalcanti, chef do Cascudo Bistrô

Foi chegada a hora do terceiro prato: Peixe Bo-bo com Arroz de Coco e Crisp de Batata-doce. O que poderia levar a crer que seria o auge, mas coisa das mais impossíveis, porque o auge do menu é a harmonia e a composição de todo ele, mas o peixe estava realmente esplêndido, a textura, a arranjo com o arroz de coco e a bossa do crisp mereciam mesmo um espumante para brindar, e já provava-se um terceiro da Dom Candido, o DC, comprovando e atestando a proposta de toda a noite, que espumante pode ser servido do começo ao fim e pode acompanhar todos os pratos, pode-se dizer que a missão estava cumpridíssima.

Os espumantes Dom Candido reavivaram a certeza de que o espumante nacional só perde para os franceses de champanhe atestado do público e validação da crítica mundial. E como o grande finale é sempre dela a sobremesa, o chef nos deixou no acalanto da infância com uma Cartola da Vovó, doce da nossa memória idílica, pedaço da vida, sabor do céu, e sempre simples como deve ser e é o sabor da mesa. Tão simples que até uma cartola se brinda com um Espumante Dom Candido Estrelato Moscatel. E nada mais certo, e outro ponto final não caberia, que encerrar-se este relato com um brinde. O espumante celebra a vida e compõe sabor na mesa! Tears!
 
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Um brinde à Dom Candido!

Um jantar harmonizado diferente em que os pratos da cozinha do chef Daniel do Cascudo Bistrô deviam simplesmente acompanhar-se de espumantes Dom Candido, foi a forma e maneira de o Magazzino receber Marcos Valduga para mais uma vez apresentar os vinhos de sua casa, a família Dom Candido. Marcos Valduga viaja por todo o Brasil para apresentar o que de melhor vem produzindo em vinho, uma atividade que não para de crescer e se renovar, em que tradição combina com inovação, e sempre se brinda com espumante.

Para o jantar do Magazzino Marcos Valduga trouxe uma surpresa para consagrar o momento de confraternização do jantar, a história do Magazzino com os vinhos e o saboroso cardápio do chef Daniel Cavalcanti, serviu para degustação o novo espumante especial da Dom Candido ainda não lançado no mercado. O Espumante Documento Brut Chardonnay 100 (em breve disponível no Magazzino), com uma produção de apenas 3000 garrafas, elaborado com o método Champenoise e envelhecido por 18 meses.



A Dom Candido
A família Dom Candido produz vinhos finos desde 1875. Procedente de Rovoreto no Tirol italiano. Dom Candido, o patriarca, está em plena atividade aos 82 anos, é o responsável pela parte de cultivo das uvas. Dom Candido junto com seus filhos (terceira geração), que também tocam a vinícola, produzem anualmente 280 mil litros de vinho. É, portanto, considerada uma vinícola pequena. As maiores, por exemplo, chegam a produzir mais de trinta milhões de litros de vinho por ano. Todas as uvas são produzidas por eles. A família conserva a tradição que unem a inovações e a pioneirismos. Foram os primeiros a plantar Cabernet Franc no Brasil.

Possuem duas propriedades, uma no Vale dos Vinhedos outra em Bento Gonçalves. Utilizam o método espaldeira ideal para elaboração de vinhos finos e os equipamentos mais modernos para o processo de vinificação. O sistema é todo automatizado e as maquinas tem o selo de garantia e excelência das maquinas italianas. A produção dos vinhos está plenamente modernizada, a colheita é manual e os barris de carvalho que podem chegar a custar 800 dolares são utilizados por apenas dez anos e depois substituídos.

Dom Candido entende que vinho é alimento. Todos os dias serve-se vinho na vinícola. Produzem um Gran Reserva top de linha, o DC Cabernet Sauvignon em safras excepcionais 12 mil garrafas por ano, um Merlot que se destaca na região, por ser denominação de origem, o que encaminha, segundo Marcos Valduga, o Merlot a ser a variedade brasileira. A Dom Candido produz seis mil garrafas do seu Merlot por ano. Tem vinhos premiados, e espumantes excepcionais (confira na nossa adega). Marcos Valduga acrescenta que a Dom Candido prepara vinhos para o consumidor.
 
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Geléias Casa da Madeira no Magazzino

Conta a história que uma casa de madeira foi construída por Ubaldo Giordani em 1927. Brasil, Vale dos Vinhedos, e desde então, aquela casa, a Casa da Madeira, hoje comandada pela família Valduga, simboliza a dedicação à produção de sucos, vinagres e geléias. Geléias 100% natural, a partir de ingredientes selecionados e prezando pela elevada concentração da fruta. O Magazzino escolheu alguns sabores, como Abacaxi com Hortelã, Café, Malbec, entre outros, disponíveis na nossa loja (consulte a seção). Para quem precisa passar longe do açúcar, e não quer deixar de ter sempre uma geléia à mão, trouxemos a linha Sugar Free, nos sabores Amora, Morango e Frutas Vermelhas, que apresentam 70% menos calorias, e cujo açúcar utilizado na preparação é o da fruta.

Levando em conta a tradição Magazzino de sempre propor o melhor para o seu paladar, sugerimos acompanhá-las de outras delícias que você encontra na nossa loja. Proporcionando uma combinação de sabores, e uma série de harmonizações que vão ao gosto do seu paladar. A Geléia de Abacaxi com hortelã, por exemplo, harmoniza bem com carnes, grelhados, lombo suíno, saladas verdes, salada de frutas e sorvetes, a de Caipirinha sai-se bem com pratos leves e frescos. Já a geléia de Café cai bem com lombo suíno, grelhados, pães doces ou em sobremesas como cheese cakes e sorvetes. Outras dicas, dúvidas, você pode conferir na nossa loja, ou através do nosso contato, basta perguntar. Confira as linhas das geléias Casa da Madeira no Magazzino e suas especificações.



Casa da Madeira Gourmet Elaborada com ingredientes rigorosamente selecionados, a fim de garantir alto padrão de qualidade. A riqueza do sabor é preservada pela elevada concentração de matéria prima em sua forma mais genuína.Para obter a classificação de geléia tipo Extra, são necessários 50% da fruta inteira e 50% de açúcar. No Magazzino você encontra Abacaxi com Hortelã, Cabernet Sauvignon, Café, Caipirinha, Malbec, Mirtilo, Morango com Pimenta, Menta com Hortelã, Ameixa, Gengibre e Anis, Physalis com Maçã e Pimenta.

Casa da Madeira Sugar Free Elaboradas através da concentração da fruta fresca e maduras, selecionadas manualmente em dois estágios, na colheita e na esteira de classificação, a geleia recebe em sua formulação suco de maçã concentrado, sendo este o responsável pela doçura do produto. Mantendo as características das frutas frescas, possui um alto padrão qualitativo, sem adição de conservantes nem sacarose (açúcar). No Magazzino você encontra Sugar Free de Amora, Morango e Frutas Vermelhas.
 
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Acerca dos espumantes

Espumante é a bebida característica de datas e acontecimentos festivos. Independente do tipo (confira os tipos abaixo), é muito apropriado para o nosso clima quente, uma vez que é invariavelmente refrescante, com acidez presente. Deve ser servido bem gelado. É a grande vocação do Brasil na região produtora de vinhos nacionais, a Serra Gaúcha.  Em destaque, as vinícolas desta região que permanecem produzindo em pequena escala, como a Dom Candido (confira os espumantes Dom Candido na Nossa Adega), dão garantia de qualidade eterna.

De modo geral os espumantes acompanham bem queijos de sabor mais leve, sementes, frutas frescas e/ou secas, pratos claros e de sabor menos pronunciado. Com ostras e comida oriental ficam soberbos. Dependendo do teor de açúcar, a harmonização com comida poderá ocorrer da entrada à sobremesa, associando-se sempre pratos mais doces com os espumantes com teor de açúcar mais elevado. Ideais para receber  os convidados, mesmo que seja para uma refeição que será acompanhada por outro tipo de bebida. Estas são algumas dicas para bem aproveitar o espumante em ocasiões especiais e datas festivas. Confira os tipos e algumas de suas características:

  • Nature ou Brut Nature - nenhum ou quase nenhum açúcar residual. Este é o mais seco dos espumantes, às vezes chamado de sans-dosage (menos que 2g de açúcar por litro). 
  • Extra Brut– tem menos de 6g de açúcar residual por litro, praticamente nenhuma sensação de doçura na boca. 
  • Brut – o mais consumido no Brasil, tem menos de 15 gramas de açúcar por litro. 
  • Demi-sec – espumante que é meio adocicado, média de 33g a 50g de açúcar residual por litro.
  • Moscatel – tem de 50g a 80g de açúcar residual por litro, baixo teor alcoólico (7 a 10% de álcool) e muita leveza. O sabor adocicado é proveniente da uva Moscatel de forma que não há adição de açúcar no processo de vinificação deste tipo de espumante.
 
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Um sabor de sucesso, Daniel Cavalcanti & Magazzino

Magazzino promove jantar harmonizado e degustação de espumantes Dom Candido, dia 18/09 às 20h, no Magazzino (confira cardápio e informações sobre o evento aqui). Para o jantar, menu especial do Chef Daniel Cavalcanti, parceiro em outros sabores que a história do Magazzino e o paladar potiguar agradecem. No menu as especialiades do chef que sempre trata os ingredientes regionais com apreço e criatividade, o resultado são sabores para não se esquecer, sobretudo, quando harmonizados com espumantes de excelência como o Dom Candido. 

O Chef Daniel Cavalcanti, proprietário do Cascudo Bistrô (Praça das Flores, Petrópolis, Natal/RN), é formado em gastronomia (Senac São Paulo/SP), com passagem por cozinhas na Espanha e estagio no prestigiado D.O.M do renomado chef Alex Atala. O trabalho do chef Daniel se caracteriza pelo apreço aos produtos regionais na composição de uma cozinha contemporânea, exemplo é o arrojado cardápio que propõe para o jantar harmonizado com espumantes Dom Candido. A parceria Daniel Cavalcanti & Magazzino já foi brindada em mais de uma edição, com elogios e sucesso garantidos em outras edições, como O Sabor entre Amigos. No site da Deguste, você confere o sucesso do  Sabor entre Amigos.

 foto Rogério Vital/ Deguste
 
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Magazzino apresenta espumantes Dom Candido e jantar harmonizado

Magazzino recebe Marcos Valduga, diretor comercial da vinícola Dom Candido, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves/RS, para apresentação e apreciação dos espumantes Dom Candido (confira as premiações do Dom Candido) em evento que contará com palestra sobre os espumantes da vinícola e super jantar harmonizado comandado pelo excelente chef Daniel Cavalcanti do Cascudo Bistrô. É coisa para ninguém colocar defeito, oportunidade sem igual, e um sabor inesquecível. Coisa bem Magazzino, cuja ordem do dia é sempre criar, inovar e movimentar! Apreciem! (para saber mais sobre os espumantes separamos algumas dicas: Acerca dos espumantes)

Jantar Harmonizado Magazzino & Espumantes Dom Candido
Quando: dia 18/09 às 20h
Onde: Magazzino Vinhos&Cozinha
Chef: Daniel Cavalcanti, do Cascudo Bistrô
Palestrante: Marcos Valduga, diretor comercial da vinícola Dom Candido
Número de vagas disponíveis - 20
Valor do jantar: R$ 100,00/pessoa
Reservas até 08/09

Menu
Entrada Dadinhos de Tapioca com Geleia de Mangaba
Espumante Dom Candido Estrelato Demi-Sec
2º Prato Tartare de Atum
Espumante Dom Candido Estrelato Brut
3º Prato Peixe Bo-bo com Arroz de Coco e Crisp de Batata-doce
Espumante Dom Candido DC
Sobremesa Cartola da Vovó
Espumante Dom Candido Estrelato Moscatel
 
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Coisas de cortiça e o universo da rolha

A cortiça vem do sobreiro. Árvore frondosa, alta, cultivada em plantação. Desde 3000 a.C que dela se extrai cortiça. Seu uso é diverso ainda hoje. Gregos e romanos dela faziam sandálias, tampa para as ânforas, e mais. Como rolha para garrafa de vinho é mesmo recente, pois só no século XIX foi inventada a primeira maquina de produzir rolha de cortiça. A máquina perfura a peça de cortiça e extrai a rolha no formato desejado. O tradicional, cilíndrico, para vinho, pode variar de 30mm a 45mm o comprimento. O tamanho será adequado ao tipo de vinho, se jovem menor; se de guarda, maior.  Já a rolha pra champagne, que tem formato de cogumelo, tem parte de cima  mais rígida, e a interna mais elástica. A rolha de cortiça pode ser de cortiça maciça, melhor, mas também mais cara, ou de cortiça moída, misturado de pedaços de cortiça com cola. As melhores são  lisas, continuas e uniformes.

Isolante, impermeável e flexível, sem cheiro ou sabor, a cortiça é excelente para o vinho. Material mais adequado não encontrou. É reciclável e pode ser reaproveitada para os mais diversos fins. Portugal produz cinquenta por cento da cortiça consumida no mundo. São também grandes produtores Espanha, Sardenha e norte da África. Uma árvore da espécie vive em média de 150 a 200 anos e produz dezesseis safras. A primeira colheita começa aos trinta e cinco anos com intervalo de nove anos entre uma colheita e outra. Extrai-se a cortiça da casca da árvore. Suas principais concorrentes para produção de rolha são, para quem muitos torcem o nariz, a rolha sintética e a tampa roscada ou cápsula de rosca, screwcap. Modalidades alternativas de rolha que passaram a ser empregadas após alguns problemas de contaminação da cortiça,  a chamada doença da rolha, que inutiliza o vinho, por lhe transmitir sabor desagradável. Uso alternativo que passou a ser crescente a partir dos anos 2000, sobretudo, e parece que apenas, em vinhos jovens, brancos e roses.



Deve-se ter muito cuidado na hora de abrir a garrafa. Se o saca-rolha for manuseado de forma errada, pode quebrar a rolha, por isso, não se deve perfurar a base da rolha, pedaços de rolha podem acabar servidos junto com o vinho.
 
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Um guia para lá de especial sobre os prazeres da mesa

por Gustavo Sobral

A arte da boa mesa envolve boa companhia e celebração, seus ingredientes principais; depois, vem o tempero do conhecimento que faz bem casar um bom prato com um bom drinque, e tudo isto escrito com texto e estilo leve feito crônica, obra do renomado escritor sobre arte da harmonização James Waller e da designer e food stylist Ramona Ponce. Um livro sobre bebida e comida, escrito a duas mãos, que parece uma conversa boa na cozinha enquanto se prepara um bom prato, daquelas conversas sem compromisso, mas muito bem fundamentadas, de pessoas que entendem como ninguém que cozinhar é também uma mistura de outros ingredientes, nada secretos e imprescindíveis. James e Ramona são amantes da boa cozinha que deve ser apreciada, sobretudo, na companhia dos amigos. É o segredo infalível da boa mesa. Pois não se trata apenas de combinar comida e bebida, mas de serem especiais e adequadas ao momento.

 A mesa é um espaço para satisfação. “Receber em casa com prazer e sem trabalho e com produtos delicados e indicados para a ocasião, dizem os autores, é o segredo para uma refeição prazerosa e uma boa companhia”(tradução nossa). O livro numa edição bem caprichada, de luxo, é também uma experiência estética, relembrando, com as ilustrações bem tradicionais, uma obra clássica, e proporcionando também um prazer na leitura. James e Ramona vão ensinando a preparar pratos e a escolher as bebidas mais adequadas, montam cardápio, expõem as receitas, sempre preocupados com a praticidade de quem vai preparar e com a saúde do comensal à mesa, aqui você aprende até a preparar recepções e festas, das pequenas às grandes, com tudo que você precisa pensar e organizar, dos convites a sequência e ordem dos pratos a serem servidos. Para cada ocasião, um prato. Tudo nos mínimos detalhes. Ensinam também coisas assim, simples e necessárias, que não se deve esquecer: quando se vai tomar um drinque é sempre bom ter alguma comidinha para acompanhar. Recomenda-se!


Drinkology Eats
: a guide to bar food and cocktail party fare.
De James Waller e Ramona Ponce
com ilustrações de Glenn Wolff.
Nova Iorque: editora Stewart, Tabori & Chang
2006, 384p. livro em inglês
 
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Vinho e sanduíche

Sim, é bem e muito possível a combinação. E não é preciso estar em Paris, onde se toma vinho com tudo, até acompanhando a água (o inverso é mais verdadeiro, mas não deixa de ser vinho com água, cada qual em seu copo!). Paris, onde se combina bem até vinho com sanduíche e lá esse “até” nem existe, coisa muito comum que é a combinação, tão comum quanto o sanduíche que conta a lenda foi invenção do cozinheiro de um nobre inglês. O patrão viciado em jogo não deixava uma partida de cartas nem para refeição, e pediu ao cozinheiro que lhe servisse algo prático e leve que pudesse comer ali mesmo, e eis que o conde de Sandwch foi servido com um pão aberto ao meio, bem recheado e com um tantinho de molho, supimpa, e estava inventado o sanduíche. Afinal, um lanche rápido pode ser uma refeição prazerosa e saborosa.

E tanto por isso que a sanduicheria Mercearia e o Magazzino Vinhos & Cozinha trataram só de endossar uma prática e uma idéia que já estávamos precisando. A Mercearia apresentou os seus sanduiches gourmets e o Magazzino sugeriu os vinhos, o resultado uma combinação para não se deixar de provar e que, numa primeira prova, foi servida (porção degustação) a alguns convidados para atestar se esse negócio mesmo não é lenda de conde de Sandwch, pois bem o sanduíche Mercearia Califórnia e o vinho Casas Del Del Toqui Sauvignon Blanc (Chile) fizeram par; e assim foram se arregimentando sanduíche e vinho: Beirute Potiguar (um dos 50 melhores sanduíches do Brasil, pela revista Vip) e o vinho Cruz Alta Semillon/Sauvignon Blanc (Argentina); Mercearia Paçoca e Cruz Alta Malbec (Argentina) e o campeão Mercearia Cordeiro Provolone e o vinho Serrera Del Pecado Malbec/Cabernet Sauvignon (Argentina). Como não poderia deixar de estar, a sobremesa Cartola Split e o Espumante Dom Candido Moscatel Estrelato (Brasil).

Os segredos da harmonização
Por Veronica Chianca

Para facilitar o entendimento desse evento, podemos fazer uma analogia com a tradicional e mundialmente conhecida, experimentada e aprovada combinação de vinhos com massa. O sanduíche é resultado da junção de massa (o pão) com recheio e algumas vezes um molho. O paladar reage da mesma forma em ambas as combinações: na massa casamos o vinho com o molho e no sanduiche casamos o vinho com o recheio. Se há presença de molhos brancos ou recheios de carne branca e frutos do mar, harmonizamos bem com vinhos brancos e/ou rosés. Se há presença de molho de tomate ou derivados, harmonizamos com vinhos tintos com acidez mais pronunciada, a exemplo dos vinhos da casta Sangiovese. Se as carnes fibrosas são o forte no recheio, passamos para os tintos com presença de taninos. Com sabores muito fortes, defumados, temperados, arriscamos vinhos mais potentes. A infinidade de vinhos e a infinidade de recheios somadas ao paladar pessoal é que definirão a quantidade de combinações no cardápio de cada um. O céu é o limite e experimentamos exatamente isto numa degustação como esta.


O evento aconteceu na Mercearia, para 25 convidados, na quinta-feira 09/08.
Cardápio de harmonização

MERCEARIA CALIFÓRNIA – Casas Del Toqui Sauvignon Blanc (Chile)
BEIRUTE POTIGUAR – Cruz Alta Semillon/Sauvignon Blanc (Argentina)
MERCEARIA PAÇOCA – Cruz Alta Malbec (Argentina)
MERCEARIA CORDEIRO PROVOLONE – Serrera Del Pecado Malbec/Cabernet Sauvignon (Argentina)
CARTOLA SPLIT – Espumante Dom Candido Moscatel Estrelato (Brasil)



 
 
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Vinho e comida tailandesa, harmonização

por Euclides Penedo Borges

Meu livro “Harmonização” (Editora Mauad, Rio, 2007, 190 páginas) trata em separado a combinação de vinhos com pratos asiáticos. É dali que adapto as linhas a seguir a propósito da cozinha Thai que está na moda.
Os sabores das comidas asiáticas são variados desde os mais expressivos com molhos picantes, aos mais delicados e aos agridoces. Para generalizar há que se recorrer a vinhos que além de refrescantes, cortem a oleosidade, compensem a doçura eventual e ajustem o hálito. Isso é trabalho para os espumantes.
Outros tipos de vinho, entretanto, podem dar-se muito bem ou mesmo melhor do que eles, mas nesse caso a solução deve ser procurada caso a caso.
O uso de especiarias, amendoim e ervas aromáticas faz com que a cozinha Thai se destaque pela profundidade do sabor. Uma simples salada tailandesa de frango inclui hortelã, coentro, pimenta, limão e nam pla (molho de peixe, em geral).
Os menos condimentados requerem vinhos brancos vivos e os Sauvignon Blanc vêm à frente, o que acontece também quando se encontram gengibre ou capim-limão entre os ingredientes.
Já o talharim Pad Thai leva amendoim e tamarindo exigindo algo mais substancial como um bom Riesling, se possível um alemão Spätlese.
Finalmente, os pratos com Satay (amendoim e leite de coco) exigem mais untuosidade ou mais perfume do seu acompanhante, um Chardonnay californiano amadeirado ou um Gewürztraminer seco, de preferência da Alsácia. Mas se a escolha é por algo que tenha tudo isso ao mesmo tempo, retorne para um espumante brut, escolha perfeitamente preenchida pelos bons espumantes da Serra Gaúcha.
 
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Amêndoas defumadas, ervilhas com wasabi e aceto balsâmico

As amêndoas: sabor exótico, increvelmente saborosas. Torradas e crocantes, irresistíveis para o paladar, acompanham qualquer bebida durante uma reunião com amigos, sobretudo, um bom vinho tinto encorpado. Os ingredientes são óleos vegetais e sal.  Vão bem com outras sementes como castanha de caju e pistache, com frutas secas como damasco e uva passa formamos um pout pourrir versátil. Além disso, estão no grupo de alimentos saudáveis, por serem riquíssimas em gordura vegetal. Lata com 120g, R$9,90




Ervilhas com wasabi: aperitivo, salgadinho à base de ervilha torrada coberta com uma fina camada sabor wasabi (raiz forte). Sabor picante, típico do wasabi. Difícil, então, associá-las ao vinho; pelo seu sabor forte, acompanha muito bem saquê e saqueroska, drinque derivado da bebida. Lata com 100g, R$6,90

 





Aceto balsâmico:
também conhecido como vinagre balsâmico, é de origem italiana, conta da Idade Média. Diferentemente dos vinagres comuns, este condimento é resultado do cozimento seguido de fermentação e envelhecimento do suco de uvas da variedade trebbiano, tradicionalmente produzido nas regiões de Modena e Reggio Emilia (Itália). O tempo de envelhecimento varia, pode chegar a 25 anos em barrica, quando ele se torna mais concentrado, viscoso e de sabor adocicado. É muito usado por chefs de todo o mundo, empresta paladar especial a saladas, carnes e até sobremesas. Garrafa 250ml, R$11,00
 
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Conversas sobre vinho, Marcelo Chianca e Euclides Penedo Borges

Uma conversa que é uma aula despretensiosa sobre vinho entre dois apreciadores de vinho. Marcelo Chianca, proprietário do Magazzino Vinhos & Cozinha, e Euclides Penedo Borges, produtor de vinho. A ocasião, uma visita de Euclides a Natal/RN, para apresentar os seus vinhos ao mercado potiguar, vinhos disponíveis na adega do Magazzino. Durante um almoço no Magazzino, deliciando-se com uma massa acompanhada de camarões bem rosados e um vinho espanhol Lagar de Cervera, branco e fresco, Euclides e Marcelo trataram de questões pertinentes ao universo do vinho. Acompanhe esta conversa, e se delicie.

Marcelo Chianca: O que é que um brasileiro sente como proprietário de uma vinícola na Argentina e produzindo bons vinhos, inclusive, premiados?
Penedo Borges: Satisfação, satisfação pessoal, mas não vaidade. Quero produzir qualidade com preço acessível. Se considerar a trajetória dos produtores de vinho no Brasil, posso dizer que é fácil produzir vinho na Argentina hoje. Os italianos que vieram para o Brasil no começo do século passado não vieram para produzir vinho, vieram para trabalhar nos campos de café, e acabaram com muito custo conseguindo produzir vinho na região em que foram empregados. No meu caso, um século depois, pude escolher, na Argentina, o terreno que queria dentre tantos oportunamente propícios para confeccionar o vinho.
MC: Por que não produzir vinho no Brasil?
PB: É muito caro produzir vinho no Brasil.
MC: e não tem resultado...
PB: ter, tem. Nos anos 1970, o Brasil tinha uma produção enorme de vinhos medíocres, tímida de vinhos melhores, e um ou dois de qualidade. Hoje, a configuração mudou, temos um número grande de bons vinhos, uma quantidade razoável de vinhos ótimos e alguns excelentes. Em três gerações de vinicultores, sem planejamento, porque chegaram aqui para trabalhar nas lavouras, os imigrantes e os seus descendentes conseguiram fazer um bom vinho. O que não muda é que produzir vinhos no Brasil é caro.
MC: em razão do custo Brasil...
PB: Em razão do custo Brasil. Os vinhos brasileiros vendidos no Brasil não conseguem competir em preço com os vinhos Europeus, em razão dos elevados custos de produção.
MC: Custo Brasil é imposto alto.
PB: Desconheço um pouco, porque esta não é a minha área. Mas sempre ouço falar que a parcela fiscal é muito alta no Brasil. O que acontece é que não se consome muito vinho nacional, sobretudo, em razão do preço. Não tem como fazer competir. Uma garrafa de um vinho brasileiro bom custa o dobro do preço da garrafa de um vinho francês bom, o sujeito, óbvio, vai optar pelo mais barato, vai escolher o vinho francês.
MC: Não seria também uma questão de produto!? O vinho nacional produzido no Nordeste é também conhecido como um vinho insípido. No Vale do São Francisco se produz duas safras e meia por ano, e assim a videira perece muito cedo, e não se obtém um vinho digno de nota.
PB: O Nordeste vem produzindo bons vinhos. Vai fazer um bom vinho, mas não um vinho bom para guardar. Faz hoje e se bebe amanhã. O público ainda não reconhece a diferença entre o vinho de guarda e o vinho jovem.


Marcelo Chianca e Euclides Penedo Borges


MC: É impossível fazer um vinho Reserva, por exemplo. Trata-se também das questões climáticas.
PB: É bom lembrar as razões. No Nordeste, há muita insolação, muita luminosidade, a uva quando madura fica muito cheia de açúcar. Uva com muito açúcar diminui a acidez e o que dá longevidade ao vinho é a acidez.
MC: Vinho sem acidez é um vinho monótono, não é verdade?! O Nordeste é também uma região em que não há a diferença de temperatura, a amplitude térmica é muito pequena. As faixas demarcadas no Norte e no Sul do globo são onde estão as melhores produções de vinho do mundo. A tecnologia, acredito, jamais vai mudar este fator da natureza. Essencial para a produção de bons vinhos. Jamais teremos videiras centenárias no Brasil. Com 25 anos estão sendo mudadas as videiras no Rio Grande do Sul, por causa da umidade.
PB: Correto, isto também significa que não teremos também uvas concentradas. Mas a questão é também cultural, de consumo. Não se trata apenas de ter um bom vinho, mas de atentar que você pode ter muito mais prazer à mesa se trouxer um vinho para acompanhar a comida. Comer uma macarronada à bolonhesa, um prato simples, e acompanhar um tinto, por exemplo. O sujeito que fizer isso vai perceber que é muito melhor com o vinho. Quando o brasileiro descobrir o quanto é prazeroso comer com vinho, vai comer muito melhor.
MC: O mercado local ainda não é muito habituado ao consumo do vinho. O vinho ainda é desconhecido. O brasileiro não tem o hábito de comer e beber, ele come e ele bebe, separadamente. Não une os sabores, e assim perde de agradar muito mais ao paladar.
PB: Vai chegar um momento que a cultura do vinho se tornará um hábito e o sujeito vai acompanhar as suas refeições de um bom vinho. Quando o pessoal perceber como se melhora juntar vinho com comida vai ver que fica muito melhor do que antes. Fizemos um jantar no Rio de Janeiro, no restaurante Vieira Souto, na avenida de mesmo nome, para apresentar o vinho Penedo Borges. Servimos entrada, prato principal, sobremesa, cada prato com o seu vinho, noventa pessoas ao todo, ao final, uma aluna minha do curso de sommelier, que compareceu com o marido, comentou “que coisa magnífica”, o que prova o quanto a aliança vinho e comida pode nos surpreender.
 
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Queijo de cabra, para servir, combinar e harmonizar

Os queijos frescos devem ser associados a torradas, biscoitos, pães, em razão de sua consistência pastosa que se assemelha a consistência do requeijão. Podem ser usados para enriquecer, tanto em sabor como em cremosidade, um molho bechamel ou um fondue de queijo. Os de consistência mais firme podem ser consumidos puros apenas como parceiro de um vinho à sua altura, eles se bastam! Explorar as possibilidades de utilização desses queijos significa enriquecer os pratos do dia-a-dia dispensando o nosso velho queijo mussarela, substituindo-o pelo Cablanca (maturação de 04 semanas).

Uma lasanha de frango e chevre (vinho argentino Winemakers Selection Chardonnay/Sauvignon Blanc) ou uma cartola suculenta feita com banana anã (espumante francês Paul Bur Brut). E por que não olhar para o Cablanca maturado (26 semanas de cura) como um parmesão diferente? Ralado grosso sobre uma massa fresca e acrescido de um bom azeite e cubinhos de tomate. Uma delícia assim pede um Secreto Sauvignon Blanc, e está pronta a refeição! Aqui não se encerram as possibilidades de consumo destes queijos. Se continuarmos buscando em nossa memória as comidinhas que conhecemos e as que ainda estão por vir, certamente descobriremos o Brasil outra vez!

 
 
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The New York Times: La Rioja Alta Alberdi," vinho memorável"

Eric Asimov, crítico de vinho e gastronomia do presigiado jornal norte-americano,The New York Times, incluiu na seleção do que chamou de "vinhos memoráveis" até $20, o vinho espanhol Viña Alberdi 2005. Acesse a matéria aqui e confira mais detalhes. La Rioja Alta Viña Alberdi Reserva você encontra na adega do Magazzino.

 
 
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Vinho e queijo de cabra, harmonização

Por Verônica Chianca

Os queijos de cabra e de ovelha caem muito bem com os vinhos brancos da uva Sauvignon Blanc, embora permitam um leque de harmonizações devido ao sabor inusitado e variável que depende do produtor, da região e do tempo de maturação. A acidez caraterística da uva enfrenta soberbamente a gordura presente nesse tipo de queijo, tornando a junção dos dois uma soma de sabores, casamento perfeito. A exemplo do Penedo Borges Chardonnay e tantos outros Chardonnay, Sauvignon Blanc ou blend de uvas brancas que temos em Nossa Adega. Em visita à Sogrape (Portugal), Marcelo Chianca experimentou o queijo de ovelha Serra da Estrela com o vinho do Porto Offley LBV como sobremesa, coroando uma refeição regada a grandes vinhos. Nunca mais esqueceu a experiência.

Souflê de queijo de cabra, receita Magazzino
Queijo de cabra francês, fresco, Soignon, embalagem de 150g que é a quantidade certa da formulação. Nem sobra nem falta! Receita fácil, tempo de execução rápido, digno de qualquer amador no fogão e nas panelas. Prato leve e delicado, deve sair do forno para a mesa, ideal servi-lo ainda fumegando por que fica mais bonito, macio e fofinho (se esfriar ele murcha, fica com a superfície enrugadinha).
Funciona muito bem como acompanhamento para peixes, frango ou carne vermelha, podendo ser associado a outros acompanhamentos como arroz ou legumes grelhados, compondo o prato com proteína + dois acompanhamentos.
Embora ousada, gosto da combinação com frutas carameladas, cristalizadas ou em compota para servi-lo como sobremesa. Quem sabe associá-lo a uma compota de pimentas? Ou um Romeu e Julieta estilizado, escoltando-o com uma compota de goiaba bem nordestina?



 
 
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Queijo de cabra, aceitação e variedade

Em 2001, ano de abertura do Magazzino, tentamos trabalhar com queijos de cabra mas, como tivemos muitas perdas, entendemos que havia muito preconceito decorrente da falta de conhecimento em relação ao aperfeiçoamento da produção desse produto.
No Nordeste do Brasil, a cabra sempre foi um animal de criação de fundo de quintal e os derivados do seu leite eram processados de forma extremamente artesanal.
Estamos vivenciando em 2012 um panorama bem diverso deste, por isso voltamos a acreditar que para um produto tão valioso aliado ao trabalho de conquista do cliente e do seu paladar, conseguiremos ser entendidos pelo mercado consumidor.
Se o queijo de cabra vem conquistando espaço no mercado nacional, por que não o fazermos em Natal? Primando pela qualidade e acreditando na curiosidade, na abertura e no bom gosto da sua clientela, o Magazzino Vinhos & Cozinha derruba mais um preconceito do consumidor e mantem o atendimento aos nichos de mercado que optavam por produtos óbvios por falta de opção.

Queijo de cabra
Embora sejam produzidos a partir da mesma matéria-prima, o leite de cabra, estes queijos apresentam características bem diversas tanto de cor, como de sabor e textura. No Magazzino, dispomos de queijos de cabra frescos, produzidos na França pela Soignon, queijo de cabra Soignon nas opções natural ou com finas ervas; queijo de cabra Cablanca produzido na Holanda, natural (sem tempero) e maturado (cura de 26 semanas) ou semi maturado (cura de 04 semanas), ambos macios e de sabor marcante; e do queijo de cabra semi curado espanhol El Pastor de La Polvorosa, em fatias de 150g embaladas individualmente.  
Outro tipo de queijo especial, em destaque, é o queijo de leite de ovelha produzidos pela Queijaria das Pousadas, na região demarcada da Serra da Estrela, em Trancoso, Portugal.
Independente de serem produzidos com leite de ovelha ou de vaca estes queijos têm sabor e consistência sui generis que os tornaram conhecidos mundialmente.
Devem ser guardados sob refrigeração máxima de 10ºC, no entanto, para serem consumidos, devem ser retirados e deixados à temperatura ambiente com antecedência de 6 a 8 horas.

 
 
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Viu Manent Secreto Syrah 2011 medalha de ouro

O prestigiado concurso Catador W Wine Awards, o mais importante do mercado de vinhos do Chile, com uma tradição de dezesse anos de existência, respeitado em todo mundo e responsável por expandir a excelência dos vinhos chilenos, premia com medalha de ouro o vinho chileno Viu Manent Secreto Syrah 2011 com medalha de ouro. Viu Manent você encontra na adega do Magazzino Vinhos e Cozinha. Consulte na seção mais informações sobre o vinho e preço.

 
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Viña Casas del Toqui, pontuações recebidas pela vinícola

No Magazzino você encontra vinho chileno Casas del Toqui, vinhos jovens, frutados, macios e de boa persistência na boca, recentemente premiados pelas melhores seleções de vinho no mercado como as revistas Wine & Spirit e o Guia Descorchados, confira abaixo a tabela de pontuação. Na seção Nossa Adega você pode consultar mais informações e os preços dos vinhos disponíveis em nossa loja. Confira também as demais pontuações e os restaurantes em Natal/RN que contam com vinhos Casas del Toqui em sua cartas, aqui.

VINALIES CHINA 2012
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON TERROIR SELECTION 2008 GOLD MEDAL CASAS DEL TOQUI CARMENERE RESERVA 2011 GOLD MEDAL
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON GRAN TOQUI 2008 SILVER MEDAL
CASAS DEL TOQUI SYRAH GRAN TOQUI 2009 SILVER MEDAL

WINE & SPIRIT MAGAZINE – June 2012
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON GRAN TOQUI 2008 92 POINTS
CASAS DEL TOQUI CARMENERE TERROIR SELECTION 2008 90 POINTS
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON RESERVA 2011 89 POINTS

WINE ENTHUSIAST 2012
CASAS DEL TOQUI SYRAH GRAN TOQUI 2009 89 POINTS
CASAS DEL TOQUI SYRAH TERROIR SELECTION 2010 89 POINTS
CASAS DEL TOQUI CARMENERE TERROIR SELECTION 2008 88 POINTS

CONCOURS MONDIAL BRUXELLES 2012
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON TERROIR SELECTION 2009 SILVER MEDAL CASAS DEL TOQUI CARMENERE TERROIR SELECTION 2008 SILVER MEDAL

DESCORCHADOS 2012, PATRICIO TAPIA (Versiones Chile, Brasil y México)
CASAS DEL TOQUI SYRAH TERROIR SELECTION 2009 92 PTS
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON TERROIR SELECTION 2008 92 PTS
CASAS DEL TOQUI SAUVIGNON BLANC TERROIR SELECTION 2010 91 PTS
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON RESERVA 2010 89 PTS
CASAS DEL TOQUI CABERNET SAUVIGNON 2011 87 PTS
 
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Sobre o que o vinho ensina, jantar harmonizado e vinhos Penedo Borges

Em torno de um único alimento, o vinho, a história de um brasileiro apaixonado pela bebida que, de apreciador, passou a produtor na Argentina. Com uma taça na mão, sorvendo o vinho, atento as suas nuances, Euclides Penedo Borges apresentava cada um dos seus vinhos, fazendo notar o aroma, fazendo notar o sabor, apontando o que seu esmero e o trabalho na vinícula levaram a produzir, que tipo de vinho almejava, que tipo de vinho alcançara. O vinho Penedo Borges é produto de uma bodega pequena que procura qualidade, sua produção não é larga, seu compromisso, parece, é o bem servir, é proporcionar sabor.

Vinho que, se assim não fosse, não poderia estar em outra casa, se não o Magazzino Vinhos & Cozinha, que preza pela cultura do vinho e que procura sempre, nestes onze anos de existência, garantir prazer à mesa ofertando qualidade e sabor. Não poderia ser melhor recepcionado do que em um jantar harmonizado, um cardápio elaborado em detalhes, com esmero, a procura dos melhores ingredientes, propondo uma melhor arranjo e combinação, um trabalho que envolve estudo de ingredientes, testes prévios da receita, provas, um cuidado não muito diferente do que o vinicultor tem na vinícola, porque só a dedicação, o compromisso e o esmero são capazes de conquistar e surpreender aquele que senta à mesa para participar de um momento de união. Gratificante ouvir, após um gole do seu vinho, Penedo Borges afirmar, "Verônica e Marcelo,este lombo de cordeiro está sem igual". Referia-se ao lombo de cordeiro com aligot, servido como prato principal do jantar, harmonizado com Penedo Borges Gran Reserva Malbec.


Prato principal, Lombo de Cordeiro com Aligot, vinho Penedo Borges Gran Reserva Malbec


Vinho é união. Reunião de uma equipe de trabalho, a equipe do Magazzino, com o cuidado de sempre em cada detalhe, e de uma família, o casal Marcelo e Verônica Chianca, dos amigos, parceiros, apreciadores do vinho, em torno da mesa. Afinal, o vinho é uma bebida congregadora, que pode ser degustado para, puro, se fazer notar as suas sutilezas, como Penedo Borges realçou o frescor do seu vinho Chardonnay, cujo detalhe na garrafa, um ramo, assinala que não se trata de um vinho que passou por barricas. E assim se vai descortinando que o vinho é uma bebida especial, porque feito e pensado com cuidado, envolve delicadeza, sensibilidade e crença, e tem a sua humildade, porque serve aos homens para compartilharem entre si o encontro, uns com os outros, e, assim, com a vida. O vinho une, apresenta aqueles que não se conhecem, reconhece a diferença entre as pessoas, seus valores, seus hábitos, realça aquilo que compartilham, as congrega em torno da sua complexidade, do prazer do seu sabor, e assim vai se mostrando simples em sua complexidade.

Vinho é generosidade. Se há um vinho em serviço, quem esteja próximo de Marcelo Chianca não deixará de ter a oportunidade de provar, de conhecer a bebida. Marcelo entende que o vinho é uma bebida simples, e que no seu bojo traz generosidade, afeto.  O vinho congrega, une, e ao se atentar para as suas sutilezas, faz com que percebamos que nada na vida é em vão, que em tempos que tudo é muito dinâmico, rápido e individual, parar um pouco para apreciar e sentir o aroma e o sabor do vinho é estar um pouco no presente, é deixar um pouco o turbilhão da vida de lado, é sentir a vida no seu movimento, e guardar um detalhe, é associar sentimento a uma bebida, e assim fazer da vida um gesto de compreensão, acolhimento. Vinho é, afinal, vida. O evento: jantar harmonizado que Magazzino, Penedo Borges e a importadora Casa Malbec propocionaram a convidados na noite de quinta-feira, 19 de julho.
 
 
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Confraria dos maîtres e garçons do RN divulga evento Penedo Borges no Agaricus

Semana do vinho Penedo Borges no Magazzino, confraria dos maîtres e garçons divulga fotos da degustação comandada pelo diretor de enologia da vinícola, que veio especialmente a Natal/RN para o lançamento. Os Vinhos Penedo Borges são produzidos na Argentina, na região de Mendoza, estão à venda no Magazzino e presente na carta dos principais restaurantes da cidade. Um excelente vinho quando se trata de qualidade, toda a linha, destaque não só para o branco Chardonnay, refrescante e de aroma frutado, como também à toda linha de tintos Malbec, uva carro chefe da Argentina,  vinhos também aromáticos e de sabor suave. Excepcionais. Uma vinícola pequena, que produz vinhos artesanais, com preço também excepcional. Sem comparação no mercado. Confira na nossa adega!



 
 
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Encontre diversos produtos e sabores em nossa loja.

 
 
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