Viu Manent 80 anos, a grande festa

Por Verônica Chianca, do Chile

A festa de gala que marcou o encerramento das celebrações dos 80 anos da Viu Manent aconteceu na casa de festas Casa Almarza. Fomos recebidos com drinks e espumante e alguns petiscos numa espécie de antessala, todos de pé por ali conversando descontraidamente. Em seguida, conduzidos a  um salão maior, com as mesas e o dancing, iluminação diferenciada e arrumado para receber a banda que tocaria depois das falas entre homenagens e agradecimentos do sommelier Hector Riquelme e do proprietário José Miguel Viu Botini.






Decoração e serviço irretocáveis, o serviço a cargo da Escola de Sommelier do Chile. Jantar harmonizado impecavelmente servido. A entrada, Centolla fresca acompanhada de maionese de cítricos, folhas verdes e mango e vinho Chardonnay Gran Reserva 2015; o primeiro prato, ravióli de pato acompanhado de especiarias e salsa de oporto com vinho El Incidente Carmenere 2010; e o prato principal, asado de tira de angus cozinhado ao fogo lento acompanhado de purê de erva doce e Viu 1 2010.

O jantar foi pausado para se comentar sobre os vinhos servidos. Depois a banda, chocolates e café, mais petiscos volantes, caldinho de "pollo", comidinhas bem leves, saladeiras com abacaxi em pedaços e morangos imensos, vermelhos e suculentos em cima de uma mesa de doçuras e um majestoso balde com gelo e garrafas do Viu Manent Noble Semillon. A festa entrou pela madrugada, um ambiente em que transbordava felicidade, satisfação e energia positiva. A sensação era de que estávamos fechando com chave de ouro um sonho que durou quatro dias.

 
 





 
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Viu Manent 80 anos. Visita aos vinhedos, diário de campo

Por Verônica Chianca, do Chile



A celebração dos 80 anos da Viu Manent continua. Quarta-feira, 07 de outubro, foi dia de tour e atividades nos vinhedos La Capilla e El Olivar pertencentes a vinícola.

A paisagem é indescritível, o dia estava ensolarado. O agrônomo responsável, Miguel Mujica, apresentou as características do solo do vinhedo La Capilla, explicou tratar-se de um terreno composto por areia de sedimentação, profundidade de 60cm e drenagem perfeita, mesmo em tempos de maior volume de água.









Seguimos para o vinhedo El Olivar. O terreno é resultado de sedimentação tectônica, rocha fragmentada e arenito que permitem boa drenagem. Aqui as raízes das videiras crescem com mais profundamente.

Os deslocamentos no vinhedo El Olivar foi feito em caminhões. Algumas vezes, descemos e fomos a pé. Ao final, um Carmenere 2015, que será usado para elaborar alguns assemblages, esperava por nós. Alguma dúvida de que fomos a ele?

Outras surpresas nos aguardavam. Assistimos a exibição de exímios cavaleiros na arte da doma. É que Viu Manent mantem cavalos crioulos pastando nos cimos das montanhas, numa área fora dos vinhedos.  Um almoço frugal foi servido num tablado de onde se viam chefes de campo a cavalo e trabalhadores cuidando das parreiras.





No final da tarde, seguimos para Matanzas. Uma praia um pouco mais ao sul de Santa Cruz. A temperatura estava em 8 graus. Agasalhados e aquecidos pelo vinho, confraternizamos. Enólogos, agrônomos, importadores, distribuidores do Brasil, diretores, gerentes e proprietários da Viu Manent uniram-se no papo, na dança, na diversão que enfrentou a noite.

 
 
 
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Viu Manent 80 anos

Por Verônica Chianca, do Chile


Estamos no Chile, convidados para a comemoração dos 80 anos da vinícola Viu Manent. Após uma longa viagem, fomos recebidos na noite de terça-feira, 06 de outubro, com um jantar de boas vindas no restaurante Aqui Esta Coco, um dos melhores restautantes de Santiago. Compomos a delegação brasileira, além de mim e de Marcelo, do Magazzino, João Centenaro, da Bahia; e Rosangela Romanos do Rio de Janeiro.



A entrada privilegiou os frutos do mar, havia vieiras, matchas e ceviche e nos foi servido, para acompanhar, Secreto Viognier (2014) e Secreto Sauvignon Blanc (2015). Para o jantar, Albacora a la mantequila acompañada de un delicioso charquicán casero e Garrón de codeiro acompañado con papas caramelizadas servidos com San Carlos Malbec (2007) e El Olivar Alto Syrah (2013), e a sobremesa créme bruleé de castaña de helado artesanal e ensalada de fruta de la estación.

Na manhã seguinte, quarta-feira, 07 de outubro, fomos à degustação.Chegamos à Viu Manent já passava das 11h. Na entrada, àgua com limão ou com hortelã  para refrescar. Seguimos então em três charretes para a degustação do dia e lá fomos recebidos em meio às barricas por um violinista e o seu violino que conferia calor, harmonia e receptividade, parecia contribuir para o vinho que ali envelhecia ali no ambiente frio e silencioso a espera de amadurecer até o ponto para nos encantar.

A bodega estava gelada, quando entramos, mas nos aguardava na mesa de degustação, um poncho da Viu Manent à disposição de cada um de nós, dobradinhos no encosto das cadeiras. Um mimo sem igual.








Nas paredes da bodega, bandeiras de 15 países convidados perfiladas nos recepcionavam, era um convite de boas vindas, assistiriamos à degustação de verdadeiras obras de arte saídas das mãos do enólogo Juan Pablo Lecaros e sua equipe. 15 rótulos degustados sob as explicações e comentários dos mestres do vinho liderados por José Miguel Viu Botini.  Finalizamos com uma pequena degustação vertical do Viu 1, que deixou claro o papel da Viu Manent no cenário do vinho chileno.







Participamos de um almoço ao ar livre na vinícola e  a sobremesa divina: compota de papaia com sorbet de manjericão e nozes, harmonizado especialmente com o Viu Manent Noble Semillon. E não sabiamos que uma surpresa maior nos aguardava: simplesmente, fomos agraciados com uma medalha comemorativa aos 80 anos da vinícula, "Viu Manent Ambassador", alusiva ao nosso cuidado e trabalho como o Viu Manent no Brasil, em Natal, no Magazzino, onde temos a satisfação de escrever um pouco da história do vinho.
 
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Curso o Vinho em 4 Momentos



Programação

1° MOMENTO
Vinhos Brancos – explanação e degustação.
Vinhos: EA – Portugal 
Secreto Viognier – Chile 
Muscadet de Sèvre-et-maine Sur Lie – França

2º MOMENTO
Vinhos Tintos – explanação e degustação.
Vinhos: Casa Ferreirinha Esteva – Portugal
Les Hautes de Janeil Syrah/Grenache – França
Astoria Il Puro Merlot Piave DOC – Itália

3º MOMENTO
Espumantes – explanação e degustação.
Vinhos: Adolfo Lona Brut Rosé – Brasil
Veuve Paul Bur Brut – França
Astoria Vini "La Veneziana" Spumante – Itália

4º MOMENTO
Jantar harmonizado – cardápio concebido para o exercício da combinação perfeita de vinho com comida.
Cardápio:
Entrada – Bacalhau em lascas com spaghetti de palmito e cenoura, perfumados com azeite e ervas Vinho Morgadio da Torre Alvarinho (Portugal)
2º Prato – Salada de Lagosta e Chèvre ao molho cítrico de laranja e dill Vinho Château Ferry-Lacombe Haedus Rose (França)
3º Prato – Pernil de cordeiro recheado ao pesto de hortelã e couscous marroquino Vinho Les Bretèches (Líbano)
Sobremesa – Ovos Queimados (Doce do Príncipe) Vinho Callia Amable Dulce Natural (Argentina)
 
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Malbec Day Magazzino por Marcelo Chianca



17 de abril se comemora o Dia Mundial da Malbec. Uva emblemática, de origem francesa, tomou o mundo em vinhos argentinos, chilenos, franceses. Todos na adega do Magazzino. Na vinícola chilena Viu Manent, são as parreiras mais antigas, e por isso o carro chefe desbancando a queridinha carménère. Desponta também nos melhores vinhos argentinos, principalmente os da região de Mendonza. Uva robusta, macia de uma tanicidade domável, pode resultar em um vinho muito tânico ou em um mais delicado. Há para todo gosto. Também é uma uva queridinha para assemblage (mescla).

Malbec é bom com carnes vermelhas como o argentino faz, o cordeiro fica maravilhoso com malbec, diz Marcelo Chianca. Que completa: é um tipo de vinho que se presta para todos os gostos. Temos malbec da Serrera que é super potente, e um Portillo que é mais delicado e eleito o melhor da categoria por três vezes. As diferenças estão no tratamento da uva, no tempo de envelhecimento, na concentração das videiras e exposição ao sol. A malbec é uma uva que, se o vinicultor souber explorar, saberá expor diferenças reveladoras, acrescenta Marcelo. Trabalhar com a qualidade da uva gera um vinho diferente.



Felipe Rutini é um belo de um malbec e o Viu 1 também não deixa a desejar. Chile e Argentina estão assim em igual tamanho quando o assunto é malbec. O malbec rosé é uma novidade. Vinho delicado e muito fresco, e até de difícil obtenção, o malbec tem muito extrato e muita cor e estão conseguindo extrair menos, arremata Marcelo que afirma: com o rosé malbec sirva frutos do mar em geral. E ainda aconselha para melhor aproveitar o Malbec Day: experimente os vinhos malbec que você nunca provou. A melhor maneira de comemorar é explorar novos sabores.
 
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Notícia de um jantar

Daniel Cavalcanti, chef e proprietário, mais uma vez abria as noites do seu Cascudo Bistrô para a cidade e o bairro de Petrópolis. Ao Viu Manent, o chef e sua cozinha apresentaram um prato que a ele se somasse. A lição de Marcelo Chianca se estabelecia como princípio: vinho e prato devem crescer, proporcionando algo mais que o vinho e o prato separados não possam alcançar. E assim uma noite de sabor e gosto Magazzino se fez em torno do Viu Manent com a presença de Juan Pablo, enólogo da vinícola, especialmente em Natal para o evento. Viajava o Brasil com o importador da Hannover, Niels Bosner, para apresentar, festejar, degustar e servir Viu Manent. Passaram pelo interior de São Paulo, viram os sons e cores da Bahia, provaram peixe bem temperado e típico em Belém, a cada passo assinalando que o trabalho com o vinho é comunhão e encontro. O evento contou com a cobertura da Revista Deguste

Viu Manent é Magazzino
Presente há onze anos na adega do Magazzino e há quatorze no Brasil, o Viu Manent fixou bases sólidas no gosto do consumidor brasileiro. Niels Bosner, que começou a sua estrada quando o mercado do vinho ainda engatinhava no Brasil, bem lembra quando chegou ao Chile e conheceu a Viu Manent. Esteve certo que encontrava o vinho que agradaria a mesa brasileira. Apostar na Viu Manent em Natal, na esquina do continente, bem ali na rua Potengi, no Magazzino, foi uma crença compartilhada e uma amizade plantada. O Magazzino uniu a sua filosofia de qualidade, compromisso e serviço, aos propósitos que encontrou na Viu Manent. Resultado que reluzia no salão do Cascudo Bistrô, nos brindes, entre as conversas, na alegria dos presentes, no entusiasmo e no vinho.



O jantar
Marcelo bate na taça e anuncia, Juan Pablo começa a falar. Com simplicidade e clareza, ao som poético de sua língua materna, Juan Pablo discorre sobre os princípios da vinícola, as uvas que são plantadas, os solos em que se cultiva, os vinhos que produzem e o que cada um revela. Mesmo empenho que o chef Daniel apresenta na composição dos seus pratos, reunir ingredientes diversos para despertar e surpreender com o sabor. Paçoca igual não se provou, sem deixar de ser a mesma, incorporando ao repertório tradicional da carne de sol uma nova maneira de se provar e apreciar, como bem declarou surpreso e satisfeito, ao se pronunciar sobre o jantar e a noite, um dos convidados, dentre tantos outros instados a depor, sobre a experiência harmônica do jantar, o desejo e a conquista de fornecer conhecimento ao proporcionar sabor.

Outro não foi o propósito do Magazzino, de Marcelo e Verônica, em unir a cozinha do chef Daniel, rica, moderna e totalmente regional, à combinação com os vinhos Viu Manent, certos de que, como um bom vinho, o segredo está nas condições propícias. Marcelo fez das suas escolhas, Viu Manent e pratos do Cascudo, terroir perfeito para oferecer aos convidados, em uma feliz constatação de Niels e endossada por Juan Pablo, que de todos os lugares por onde passaram, não se havia provado nada igual a cozinha de Daniel e não se tinha visto clima tão festivo como o do natalense, amizade e recepção tão calorosa quanto a de Marcelo e Verônica Chianca. Proposito outro que não o abraçado por Marcelo de, ao levar o vinho, receber e se despedir com o mesmo abraço, festa, gentileza, hospitalidade, preocupação, charme e graça, cada convidado, fazer com que cada um encontre no vinho, na comida e no hábito de compartilhar e estar junto a presença da vida e do espírito da confraternização. Nada falta ao caminho do brinde que não harmonize felicidade.

 
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Jantar Harmonizado Viu Manent Magazzino & Cascudo Bistrô



No próximo dia 13 de agosto, Cascudo Bistrô, Magazzino Vinhos&Cozinha e a Importadora Hannover promovem um jantar harmonizado conduzido pelo enólogo Juan Pablo Lecaros e Marcelo Chianca com os vinhos da vinícola Chilena Viu Manent.
Local: Cascudo Bistrô
Horário: 20h
Valor por pessoa: R$ 220,00
Vendas: Magazzino Vinhos&Cozinha

Cardápio
Entrada: coroa de frutos do Mar com molho de mel, limão e gengibre, harmonizada com vinho Secreto Viognier;  
Primeiro prato: paçoca crocante com arroz cremoso (pedaços de rapadura com pimenta) e Vibo Punta del Viento;
Segundo prato: nhoque de mandioquinha com chambaril e Viu Manent Single Vineyard Syrah
Terceiro prato: paleta de Cordeiro com couscous marroquinho e batatas ao murro e Viu1
Sobremesa: coalhada com frutas e Viu Manent Noble Semillon
 
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Magazzino na Convenção da Zahil

São Paulo/SP. A importadora Zahil reuniu os seus distribuidores para mais um encontro regado a bons vinhos. O Magazzino e demais distribuidores conversaram sobre o mercado do vinho no Brasil e conheceram as novidades que vão chegar às adegas brasileiras nos próximos meses.


Um pouco da cartela de vinhos foi servida, as pérolas da casa, que comprovam o acerto da empresa em selecionar os melhores vinhos do mundo e que fazem da Zahil uma das importadoras brasileiras mais conceituadas.


Degustações e exercícios de harmonização também marcaram o encontro.
 
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Degustação, Ruca Malen Magazzino

Duas famílias da França se instalaram na Argentina e fundaram a sua própria bodega, chamaram-na Ruca Malen. Considerada uma vinícola de médio porte e excelente qualidade, no Vale do Uco, Mendonza, Argentina onde se concentra a produção dos vinhos argentinos para consumo interno e exportação. Brasil, Estados Unidos, Europa e Índia são destinos.

Agostin Gandia, da área de exportações, esteve no Magazzino, sábado, dez de maio, para apresentar os vinhos Ruca Malen. “Elegância é o que define trabalho da vinícola. Trabalhar com o vinho é sempre está diante do novo. Mesmo que as cepas sejam as mesmas, o vinho sempre será singular. Cada vinícola tem seu estilo”. Agostin entende que para apresentar um vinho é preciso compreender todo o seu ciclo.


Agostin Gandia da Ruca Malen e Marcelo Chianca do Magazzino

O vinho é uma experiência pessoal, apresentar o vinho é uma forma de conhecer as pessoas e interagir. Vinho é conhecimento e variedade. Embora o consumo per capita brasileiro ainda esteja aquém, cada vez mais há interesse pela cultura do vinho.

Há muito trabalho e empenho para produzir uma garrafa de vinho. O trabalho começa na escolha do terreno onde se vai plantar os vinhedos e termina quando a garrafa é aberta, pois o vinho na garrafa ainda esta em processo de evolução. A produção do vinho também é uma tradição, os mais velhos legam o seu conhecimento, os mais jovens contribuem com a sua força de trabalho.





A Ruca Malen produz vinhos em dois estilos, assim se pode dizer, vinhos frescos e vinhos encorpados. “Buscamos qualidade, excelência e elegância em todo o processo de produção”, explica Agostin. Vinhos mais maduros e encorpados ao gosto europeu, destaque para o seu Petit Verdot e o Cabernet; e vinhos mais frutado, o Malbec, apreciado pelos mercados americano e brasileiro.


Codorna recheada Magazzino para acompanhar

 Momento de degustação
 
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Copa Magazzino

 
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Magazzino Expovinis 2014

São Paulo, 22 a 24 de abril, mais uma vez o Magazzino visita a maior feira de vinhos da América Latina, Expovinis Brasil. Frequentada por importadores, distribuidores, produtores e consumidores finais, a feira movimenta o mercado do vinho.Frequentada por importadores, distribuidores, produtores e consumidores finais, a feira movimenta o mercado do vinho.





Magazzino marcou presença mais uma vez nos stands da Adega Alentejana e Bodegas, em contato com seus fornecedores, em clima de confraternização com amigos e parceiros, atualizou seus contatos, conversou com os demais distribuidores, ficou de olho nas novidades.
Adega Alentejana inova em solo português com a produção de uvas francesas e aposta em embutido de porco preto, queijo Serra da Estrela e pasta de sardinha; encontro com o editor da Prazeres da Mesa, Ricardo Castilho, mereceu brinde; Bodegas apresentou novos rótulos. Momento para ver e provar o que acontece no mundo do vinho sempre dinâmico e surpreendente.

 
 
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Visita, Quando fomos à Viu Manent

Abril, 2014. Chile, Vale do Colchagua.
Atravessando os vinhedos, assim começa uma viagem pelo vinho. Cercado pelo campo de parreiras alinhadas que se perdem no horizonte, folhas verdes a brilhar à luz do dia, um caminho se segue em passeio de charrete, conduzida por cavalo alazão valente e robusto. E assim voltamos à terra, onde tudo começa, de onde tudo parte, enquanto ouvimos dizer que estamos em Colchagua, terra que em se plantando parreiras, uvas brotam, faz-se o vinho, e começamos a conhecer a vinícola Viu Manent.



A escolha pelo Viu Manent teve apelo especial. Sentimental. O Magazzino quando começou em Natal/RN, há exatos treze anos, ouviu de uma cliente da casa e amiga, fiz uma viagem, provei destes vinhos, eles são especiais. Assim fomos em busca de conhecer o que de tanto encantava na Viu, encontramos Niels e Angela, a Hannover, e passamos a representá-los com pioneirismo no Nordeste do Brasil. Passou-se a servir Viu Manent e a recomendar a sua qualidade no Magazzino. O vinho então cumpria seu papel de formar laços e pontos, entre o produtor, os representantes, clientes e os vendedores, veio à mesa.

Lembranças que perpassam a cada visita, a terceira realizada à Viu desde a fundação do Magazzino, e que se espera se some a outras que possam nos aparecer. Visitar o Chile é um encanto, terra do poeta Neruda, que em seus cantos gerais, revelou a cultura, o povo, as coisas da terra, e também o vinho, seu Estatuto do Vinho é um poema apaixonado sobre todas as coisas. A hospitalidade começa com o condutor do veículo que come 200km de estrada entre Santiago, capital do pais, e a Viu, nos caminhos do vale. Visita guiada que é oportunidade de conhecer passo a passo como é que finalmente o vinho chega à garrafa.



Oportunidade melhor para conhecer a natureza, os processos de vinificação, em que se empregam já técnicas avançadas, e mais do que tudo isso, como o trabalho gregário e empenho dos homens é capaz de proporcionar alegria, confraternização e felicidade ao, numa mesa de refeições, se brindar com o vinho. Encanto maior que se compartilha em cada mesa do Magazzino e que vai com cada garrafa que quem passa pela loja leva para casa, para harmonia da família e dos amigos.

Nenhuma escolha é em vão, e vender o vinho exige todo um processo de procura por conhecimento, atualização, e também muita paixão, são as paixões que movem o mundo, e é também delas que o vinho é feito. Pois um grupo de potiguares, brazucas com bandeira verde e amarelo, chegou a Viu Manent, participou de uma degustação especial, convite hospitaleiro e amigo, com a presença do comandante da vinícola José Miguel a desejar boas-vindas. Ser recebido pelo dono da casa, deferência e acolhimento hospitaleiro, gesto amigo.


José Miguel, o anfitrião, e Marcelo Chianca

E cada vinho foi revelado em suas pequenas coisas, porque nada na vida é em vão, e produzir o vinho envolve cuidado meticuloso, escolhas, e um desejo, que proporcione satisfação, e assim desfilaram para prova a linha Single da casa, veio um Shiraz, um Malbec e um Cabernnet, e os primorosos El Incidente e Viu1, seguidos pela explicação do enólogo que apresenta a razão de cada um ser, fruto do solo, dos processos de fermentação, armazenamento e espera, fruto de escolhas.

E então deve-se seguir para um almoço com cardápio especial, quando a comida e o vinho se encontram para simples e apenas proporcionar uma experiência única. Marcelo fala, ouvímos, na sua voz se encontra a paixão do vinho e em cada palavra se expõe que a vida é uma construção de experiências singulares, aquela não há de se perder nas recordações dos que ali estão, e mais que única, compartilhada porque o vinho congrega, segue o verso de Vinicius de Moraes, quando diz que é impossível ser feliz sozinho.

 
 
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Adega Paulo Laureano no Magazzino

Sorriso largo e bigode de ponta, sabedoria das tantas e um produto único. Paulo Laureano adentra a adega do Magazzino com a sua linha de bons vinhos alentejanos. Nos últimos cinco anos seus vinhos evoluíram em qualidade, complexidade e  variedade. Um portfólio que atende a todas as faixas de consumo e oferece tintos e brancos. Região mais querida dos brasileiros, o Alentejo além dos bons vinhos oferta um bom azeite, rolhas e o famoso porco preto com que se faz embutidos. Marcelo Chianca acrescenta que os costumes culinários de lá são muito parecidos com os do Nordeste, “fartura à mesa e diversidade de pratos, mesmo que seja só para servir duas pessoas. E não há o prato feito, serve-se bem e em travessas”. Consulte os vinhos portugueses Paulo Laureano na nossa adega.

 
 
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